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26 de jul. de 2011

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13 de dez. de 2010

Arqueólogos chineses encontram sopa de 2,4 mil anos

Uma equipe de arqueólogos chineses encontrou uma sopa de 2,4 mil anos no interior de um recipiente de bronze encontrado em um túmulo da primeira capital da civilização chinesa, Xian, no noroeste do país.

China Daily/Reprodução
China Daily/Reprodução
Pesquisador mostra vestígios de sopa de 2,4 mil anos
O jornal oficial China Daily divulgou nesta segunda-feira a descoberta do Instituto Arqueológico da província de Shaanxi, cuja equipe descobriu a sopa no interior de um túmulo do período dos Reinos Combatentes (475-221 a.C.), no lugar onde está sendo construída a segunda fase do aeroporto de Xianyang.
"É a primeira vez que os arqueólogos chineses desenterram um recipiente com uma sopa de ossos em seu interior", assinalou o arqueólogo chefe da jazida, Liu Daiyun.
Liu explicou que no total foram encontrados três recipientes. O que continha a sopa de ossos de animal tinha três patas, enquanto o outro continha um líquido sem cheiro que pode ser um tipo de vinho antigo.
Os cientistas examinarão o conteúdo para determinar a que tipo de animal pertencem os ossos e a composição do líquido.
Em outro túmulo, a equipe descobriu recipientes similares, mas quebrados e com restos de costelas de vaca.
Segundo o estilo dos túmulos e os artefatos descobertos em seu interior, os arqueólogos acreditam que foram construídos durante o reinado Qin, pertencente ao período dos Reinos Combatentes.
A equipe também chegou a conclusão que o ocupante do túmulo era um alto funcionário ou um parente do rei, já que se encontra localizada a cerca de 300 metros do mausoléu real.

5 de nov. de 2010

ESQUELETOS ABRAÇADOS : 6 MIL ANOS DE AMOR



Especialistas chamam o achado de 'os apaixonados' (Foto: Figlina/Divulgação )

Arqueólogos acham esqueletos abraçados há 6 mil anos na Espanha
Para especialistas, descoberta na Espanha é rara e mostra forte vínculo de amor.
Esqueletos de 6 mil anos foram encontrados abraçados em 2008.
Após 20 meses de investigações, arqueólogos da Espanha concluíram que um par de esqueletos encontrados abraçados, no sul do país, tem 6 mil anos.
Embora os ossos tenham sido achados em 2008, a revelação de que eles foram encontrados só foi feita agora, após o estudo detalhado dos esqueletos - que especialistas estão chamando de "os apaixonados".
A descoberta foi feita por acaso por operários da prefeitura de San Fernando, na província de Cádiz, quando eles preparavam um terreno para construir um estádio de hóquei sobre grama.
Cientistas consideraram o achado 'extraordinário do ponto de vista emocional'
Segundo a antropóloga Milagros Macías, que analisou a fossa dos esqueletos, "o indivíduo depositado à direita corresponde a um adulto com idade dental estimada entre 35 e 40 anos e o da esquerda corresponde a uma menina de 12 anos".
O relatório confirma ainda que os dois teriam sido enterrados abraçados de propósito.
"Não há dúvidas sobre a intenção por parte dos que executaram o enterro de que houvesse contato físico entre ambos, Já que certamente existiria um forte vínculo afetivo (entre eles)."
VÍNCULO DE AMOR
O diretor das escavações, Eduardo Vijande, no entanto, diz que "ainda é cedo para garantir que se trate de um casal apaixonado".
Segundo ele, falta conhecer os resultados das provas antropomórficas e antropométricas para saber se o esqueleto da direita, o adulto, pertence a um homem ou uma mulher, além de exames de DNA que poderiam determinar a existência de uma relação familiar entre ambos.
'Poderiam ser pai e filha, ou mãe e filha, o que mudaria o romantismo do descobrimento, mas ainda assim mantém o vínculo de um grande amor'
O estudo sobre as ossadas, feito pelo gabinete arqueológico Figlina, destaca a forma em que os braços e pernas foram entrelaçados indicando "mortes simultâneas ou muito próximas no tempo".
Os investigadores se surpreenderam também com a descoberta de pigmentação ocre na metade inferior dos esqueletos e a localização de várias agulhas de osso na parte posterior do crânio do indivíduo adulto.
Segundo os antropólogos, isso estaria relacionado com os costumes de penteado da época.
O local onde os esqueletos foram descobertos, em San Fernando, se tornou grande sítio arqueológico.
Lá foi encontrado um cemitério pré-histórico de 6 mil anos de idade, do período neolítico, com 83 ossadas em um estado de conservação que surpreendeu os especialistas.

18 de mai. de 2010

Arqueólogos descobrem túmulo de 2.700 anos no sul do México


Um homem, uma mulher, um menino e um jovem foram sepultados no local.
Restos mortais traziam colar e pulseiras de contas de jade, âmbar e pérolas.

Arqueólogos descobriram em um vale do sul do México um túmulo que pode ter até 2.700 anos e que seria a prova mais antiga no México e América Central do uso de pirâmides como recintos funerários.
Homem encontrado usava colar e pulseiras nos braços e tornozelos. (Foto: Bruce Bachand-INAH/Divulgação)
É uma das evidências mais antigas do uso de templos de estrutura piramidal para sepultar pessoas"
Emiliano Gallaga, arqueólogo
Dentro de uma pirâmide que devia ter cerca de sete metros de altura foi encontrado, no sítio arqueológico de Chiapa de Corzo, no Estado de Chiapas, o túmulo de quatro pessoas: um homem e uma mulher que aparentemente ocupavam alto escalão na sociedade zoque ou olmeca, um menino e um jovem.
Até agora, as sepulturas mais antigas em pirâmides da região tinham sido encontradas na zona maia e datavam de entre 200 e 700 d.C.
"É uma das evidências mais antigas do uso de templos de estrutura piramidal para sepultar pessoas", disse à Reuters Emiliano Gallaga, arqueólogo do Instituto Nacional de Antropologia e História (Inah) que participou das pesquisas na área.
Até agora, as sepulturas mais antigas em pirâmides da região datavam de 200 a 700 d.C.
"Avaliamos que data de 700 ou 500 anos antes de Cristo, ou seja, entre 2.500 e 2.700 anos atrás", disse.
Dentro da pirâmide - com escadas de barro e um templo na parte superior -, os restos mortais do homem traziam um colar e pulseiras nos braços e tornozelos, feitos de milhares de contas de jade, âmbar e pérolas de rio, além de uma pequena máscara de estuque com resquícios de obsidiana (vidro de cor escura) verde.
Também participaram da descoberta arqueólogos da Universidade Nacional Autônoma do México (Unam) e da Universidade Brigham Young (BYU), dos EUA, trabalhando com ajuda financeira do governo mexicano e da National Geographic Society.
A mulher trazia adornos funerários muito semelhantes aos do homem, e o menino e o jovem teriam sido sacrificados em homenagem aos adultos.
O jade e a obsidiana presentes nos artigos funerários revelaram que Chiapa de Corzo tinha contato com o centro do México e com a Guatemala, de onde vinham esses materiais.
Chiapa de Corzo foi um antigo centro comercial e administrativo cuja origem remonta a quase 3.500 anos e que serviu de ponto estratégico nas rotas comerciais entre o Golfo e o Pacífico. Hoje é um sítio arqueológico aberto ao público.
O local foi habitado pelos zoques, uma etnia dos Estados de Chiapas, Oaxaca e Tabasco, no sudeste do México.
Mas algumas vasilhas entalhadas encontradas no túmulo têm elementos olmecas semelhantes ao sítio pré-hispânico de La Venta, em Tabasco, considerado a parte central da zona olmeca, célebre pela descoberta de grandes cabeças de pedra.
O fato leva os arqueólogos a pensar que os dois sítios podem ter sido fundados pelos olmecas.
"Os olmecas podem ter fundado tanto La Venta como Chiapa de Corzo", disse Gallaga. "Não é coincidência que saibam realizar os mesmos rituais, acomodar os elementos da mesma forma, ter os mesmos materiais ao mesmo tempo."

29 de jan. de 2010

Sarcófago maia é encontrado no México




Itens encontrados no sarcófago (Foto: AFP)

Um sarcófago de pedra de mais de 1.000 anos de idade, que pode jogar luz sobre os motivos do colapso da cultura Maia, foi descoberto no sítio arqueológico de Toniná, no estado mexicano de Chiapas, segundo o arqueólogo Juan Yadeum, que coordena os trabalhos na área.
A tumba, localizada em novembro por trabalhadores do Instituto Nacional de Antropologia e História, que realizavam escavações em Toniná, pode pertencer a um período entre 840 e 900 d.C., indicou Yadeum.
"Trata-se de um sarcófago de pedra que mede dois metros de comprimento por 70 centímetros de largura, com 60 centímetros de profundidade" e uma lápide com as mesmas dimensões, descreveu o arqueólogo.
A descoberta deve revelar novos elementos acerca de quem "foram os causadores do declínio (da civilização Maia), se foi gente local influenciada por um grupo do Altiplano, ou pessoas vindas desta parte da Mesoamérica ou de Tabasco", estado vizinho de Chiapas, explicou o especialista.
A civilização Maia, que ocupou a região entre 2000 a.C. até seu desaparecimento, em 1546, meio século depois da chegada dos conquistadores espanhóis, desenvolveu um avançado calendário, além de grandes cidades (as maiores de seu tempo no mundo) e uma organização política imperial.
Há várias teorias sobre seu ocaso, referentes a um enfraquecimento devido a lutas internas, guerras e rebeliões, assim como um possível abuso dos recursos naturais que debilitou o ecossistema e provocou longas secas e escassez de alimentos.
Este tipo de sarcófago "é único no México antigo, e em certo sentido é parecido com o da 'Rainha Vermelha', descoberto em Palenque em 1994, tanto por seu tamanho como por carecer de inscrições", indicou, por sua vez, o instituto de antropologia, em um comunicado.
No interior da tumba, que entre os anos 1490 e 1495 foi alterada por indígenas tzoziles, foi encontrada um vaso, um crânio deformado e fraturado em vários pontos, e ossos longos dispostos em forma de cruz.
Os restos mortais podem pertencer a uma mulher ou uma criança da alta hierarquia, uma vez que os globos oculares são menores, explicou Yadeum. No entanto, isso precisará ser definido com estudos de antropologia física.
(Com agência France-Presse)

12 de set. de 2009

UNESCO PODE TRANSFORMAR MARCAS MILENARES NO ACRE EM PATRIMONIO MUNDIAL

Círculos, quadrados e octógonos gigantes no chão têm mais de mil anos.

Estruturas, que só podem ser vistas de avião, são chamadas de geoglifos.

Do G1, com informações do Jornal Hoje



O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, ligado ao Ministério da Cultura, pediu à Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) para transformar as marcas milenares no chão do Acre, chamadas de geoglifos, em patrimônio da humanidade.

Para o paleontólogo, Alceu Ranzi isso pode ajudar a preservar as marcas. "Nós vamos ter maior capacidade e financiamento para o desenvolvimento de pesquisas nessa área e principalmente teremos mais condições de conhecer o passado de ocupação da Amazônia. Nós teremos mais possibilidades para preservá-la", avalia.

Os geoglifos só podem ser vistos de avião. A maioria são círculos e quadrados. O maior tem 350 metros de cada lado. Uma casa foi construída dentro de um grande círculo. A mais impressionante é uma figura de oito lados praticamente iguais.

Foto: Governo do Acre/Divulgação

Formas geométricas foram desenhadas há pelo menos mil anos. (Foto: Governo do Acre/Divulgação)

Segundo os pesquisadores, as valetas serviam para defender povoados permanentes onde morava muita gente. "Um dos cálculos que se tem é que talvez há mil anos eles habitaram toda essa região. Na época, talvez tivéssemos tantos habitantes há mil anos no Acre do que temos hoje", afirma o paleontólogo Alceu Ranzi.

Nas escavações, os arqueólogos encontraram cerâmica e machados de pedra. Como no Acre não existe rocha desse tipo, os arqueólogos acreditam que os construtores dos geoglifos negociavam com povos da Cordilheira dos Andes, como os Incas, mestres na arte de entalhar pedra.

Geoglifos do Acre
O que sãoFormas geométricas, na maior parte círculos e quadrados, desenhadas no chão.
Que tamanho têmAs linhas têm cerca de 12 metros de largura e quatro de profundidade. Os desenhos chegam a ultrapassar 100 m de diâmetro.
Onde estãoNo Acre, entre Xapuri e Boca do Acre.
Quantos sãoAté hoje, já foram descobertos cerca de 200, mas estima-se que haja dez vezes mais que isso.
Que idade têmPelo menos 1000 anos.
Para que serviamAinda não se sabe. Cientistas imaginam que eles poderiam servir para abrigar aldeias, plantações ou centros cerimoniais


Quando o primeiro geoglifo foi descoberto, não se sabia que as valas formavam um desenho, e que havia tantos ali. Hoje, com a ajuda de aviões e imagens de satélite, já foram identificados cerca de 200.


Com a chegada dos mapas virtuais, que utilizam imagens de satélite em alta resolução, os desenhos ficaram evidentes, e até os próprios cientistas puderam encontrar mais estruturas desse tipo. Veja, abaixo, alguns exemplos de como os desenhos milenares se espalham pelo chão do Acre:


28 de jun. de 2009

DESCOBERTA IMAGEM MAIS ANTIGA DE SÃO PAULO


Catacumbas de Roma revelam imagem mais antiga de São Paulo
Jornal do Vaticano Osservatore Romano revelou a descoberta.
Imagem foi encontrada em 19 de junho nas Catacumbas de Santa Tecla.
Da Reuters
Arqueologistas descobriram o que acreditam ser a imagem mais antiga de São Paulo. (Foto: Reprodução/Osservatore Romano )
Arqueologistas do Vaticano descobriram o que acreditam ser a imagem mais antiga ainda existente do Apóstolo São Paulo. Datada do século IV, ela foi encontrada nas paredes de catacumbas sob Roma.
O jornal do Vaticano Osservatore Romano, ao revelar a descoberta no domingo, publicou a fotografia de uma imagem pintada em afresco de um rosto masculino com barba preta e uma auréola brilhante sobre um fundo vermelho.
Especialistas da Comissão Pontífice para Arqueologia Sagrada fizeram a descoberta em 19 de junho nas Catacumbas de Santa Tecla em Roma e a descreveram como "o mais antigo ícone da história dedicado ao culto do Apóstolo", de acordo com o jornal do Vaticano.
São Paulo e São Pedro são reverenciados pelos cristãos como os maiores missionários da antiguidade.
Os cristãos dos tempos antigos em Roma enterravam seus mortos em catacumbas cavadas nas pedras sob a cidade e decoravam as paredes subterrâneas com imagens de devoção.

17 de mar. de 2009

EGIPTÓLOGO ESPANHOL DESCOBRE CÃMARA FUNERÁRIA EGÍPCIA DE 3500 ANOS

Egiptólogo espanhol descobre câmara funerária egípcia de 3.500 anos.Tumba está decorada com passagens do famoso Livro dos Mortos. Local abrigaria corpo de escriba da 'mulher-faraó' Hatshepsut.
O egiptólogo espanhol José Manuel Galán descobriu uma câmara funerária pintada de 3.500 anos em Luxor, anunciou o Conselho Superior de Pesquisas Científicas (CSIC) da Espanha.
Pinturas na tumba são trechos do famoso Livro dos Mortos egípcio (Foto: France Presse/CSIC)
A câmara, que faz parte do cemitério de Dra Abu El-Naga, tem as paredes e o teto completamente pintados com desenhos e hieróglifos do Livro dos Mortos e seria de Djehuty, uma autoridade da época, segundo o CSIC.

Esse dignatário foi o escriba real, supervisor do Tesouro e supervisor dos trabalhos dos artesãos do rei sob as ordens de Hatshepsut, uma das poucas mulheres a assumir o cargo de faraó, filha de Tutmosis I, cujo reinado aconteceu entre os anos 1479 e 1457 antes de Cristo.

A câmara, uma sala quadrada de 3,5 metros de largura e 1,5 metro de altura, é uma das primeiras a ter sido completamente decorada com pinturas da época.

27 de fev. de 2009

O MISTÉRIO DE ROSALIA LOMBARDO

MENINA CADAVER
Isso não é uma escultura. É um cadáver mesmo. Trata-se do corpo de Rosalia Lombardo, uma menina de dois anos de idade que morreu de pneumonia na Itália em 1920. Rosalia Lombardo é a mais famosa múmia descoberta numa catacumba de um monastério Siciliano em Palermo. Os monges apelidaram o corpo de “beleza adormecida”.
MUMIAS DAS CATACUMBAS
Até recentemente era um mistério o porque de Rosalia Lombardo não entrar em decomposição como os demais corpos das catacumbas vizinhas. A menina permanece do mesmo modo que foi armazenada num caixão com tampa de vidro desde o dia de sua morte. Por muitos e muitos anos, a fórmula de preservação usada para manter o corpo da menina permaneceu um mistério.

ESPECIALISTAS EXAMINANDO
Só recentemente uma equipe de especialistas da National Geographic Magazine teve acesso ao corpo e usando métodos científicos conseguiu determinar a formulação desenvolvida por Alfredo Salafia, um taxidermista que preparou o corpo da menina para que nunca perdesse sua beleza.
Descobriu-se que o preparador do corpo havia injetado na menina uma mistura de formol, sais de zinco, álcool e acredite se quiser: ASPIRINA, além de glicerina.
Aparentemente foram os sais de zinco que a mantiveram bem preservada, e adicionalmente petrificaram seu corpo como uma estátua de carne e ossos.

6 de fev. de 2009

TOMOGRAFIA DE MÚMIA DE 3.000 ANOS EM 3D

Equipamento permite fazer visualização de múmia de 3.000 anos em 3D
Estratégia não-invasiva permite estudo sem violar a urna funerária.
Técnica foi usada para analisar múmia egípcia de quase 3.000 anos.

A múmia de Meresamun, vista com equipamento de imageamento médico (Foto: Philips/Divulgação)
Lacrada nos últimos 80 anos, com medo de ser danificada, finalmente pôde ser observada por pesquisadores americanos, graças a um avanço da medicina. Um novo aparelho de tomografia computadorizada em 3D, que foi originalmente projetado para ajudar a diagnosticar pacientes, permitiu que arqueólogos da Universidade de Chicago enxergassem o interior do sarcófago e encontrassem os restos de uma mulher com quase 3.000 anos.
A urna foi mantida intacta e lacrada pelos curadores do Museu Oriental da Universidade de Chicago por mais de 80 anos. Eles sempre relutaram em examinar a múmia com mais profundidade para não colocar em risco o valor histórico da descoberta e os adornos do sarcófago.
Os restos pertenciam a Meresamun, supostamente uma sacerdotisa em um templo em Tebas em 800 a.C. Os cientistas acreditam que as imagens tridimensionais obtidas pelo aparelho, fabricado pela empresa holandesa Philips, permitirão entender melhor sua vida, suas atividades e sua posição na antiga sociedade egípcia.
Urna contendo a múmia é colocada no aparelho de imageamento (Foto: Philips/Divulgação)


Equipamento permite visualização tridimencional do conteúdo da urna (Foto: Philips/Divulgação)
Do G1, em São Paulo

16 de jan. de 2009

A ÚLTIMA NOITE DE POMPEIA

Pompeia e o Vulcão Vesúvio
Corpos petrificados
Corpos petrificados
Corpos de uma familia
Corpo de um homem

A explosão do vulcão Vesúvio, responsável pelo soterramento de Pompéia, no sul da Itália. Localizada a 32 km. do vulcão, a cidade foi varrida do mapa por uma monumental erupção em 24 de agosto de 79 d.C. Foi um espetáculo tão assustador que pôde ser observado de Roma, distante 200 km.
Num espaço de poucas horas, o vulcão cuspiu uma montanha de fogo e gases venenosos, juntamente com pedras com 8 metros de diâmetro, que eram arremessadas a quilometros de distância, que matou 2.000 pessoas, 10% da população local, e cobriu as ruas com uma camada de 6 metros de cinza.
Mais recentemente, pesquisas realizadas na região descobriram formas de mortes ainda mais cruéis. A análise de alguns corpos de pessoas encontradas nas praias das redondezas, revelaram que elas agonizaram submetidas a um calor de quase 500 graus.
Os cadáveres soterrados na cidade foram recobertos de cinzas molhadas. Com o tempo, as camadas ficaram sólidas, moldando-se perfeitamente ao formato dos corpos, registrando até a expressão facial dos habitantes em seus momentos derradeiros. Depois do processo de decomposição dos corpos, restaram moldes ocos, cujas cavidades foram preenchidas com gesso líquido para formar as mais preciosas imagens da cidade.

"Era possível ouvir o lamento das mulheres, o choro das crianças, o gritos dos homens. Alguns estavam tão aterrorizados que rezavam pela morte. Outros levantavam as mãos para o céu, naquela noite interminável"

Essa descrição perturbadora é o único relato existente sobre a tragédia, que foi feita pelo historiador Plinio, o jovem, que assistiu a erupção à distância.

Quando Pompéia foi destruída, a maioria das pessoas morreram nas primeiras 12 horas depois do início da erupção.

8 de jan. de 2009

ENCONTRADA NO EGITO MÚMIA DE 4.500 ANOS ATRÁS

Restos mortais encontrados no túmulo (Foto: Reuters)


Encontrada no Egito múmia que pode ser de rainha de 4.500 anos atrás
Mãe de faraó teria vivido por volta do ano 2300 a.C. no reino do Nilo.
Túmulo foi saqueado ainda na Antigüidade, afirmam pesquisadores.

Arqueólogos egípcios encontraram os restos de uma múmia que se acredita ser da rainha Seshestet, mãe de um faraó que reinou sobre o Egito no século 24 a.C, informou o governo na quinta-feira (8).

Depois de passar cinco horas para abrir a tampa de um sarcófago numa pirâmide descoberta no ano passado ao sul do Cairo, os arqueólogos encontraram uma caveira, pernas, pelve e outras partes de um corpo envoltas em linho, além de cerâmicas antigas, disse o departamento de antiguidades do governo.

Também foram encontrados envoltórios de ouro que teriam sido colocados nos dedos da pessoa mumificada. Ladrões de túmulos vasculharam a câmara mortuária ainda na Antigüidade e roubaram os outros objetos.

"Embora os arqueólogos não tenham encontrado o nome da rainha sepultada na pirâmide, todos os sinais indicam que ela é Seshestet, mãe do rei Teti, o primeiro faraó da Sexta Dinastia", disse o arqueólogo chefe, Zahi Hawass, em comunicado.

Teti governou o Egito por pelo menos dez anos por volta de 2300 a.C. e foi sepultado nas proximidades.

Arqueólogos já encontraram muitas múmias reais da antiguidade egípcia, mas a maioria é do Novo Império, que começou 500 anos

19 de dez. de 2008

ARQUEÓLOGOS ENCONTRAM RELÓGIO DE 100 ANOS EM UM TÚMULO DE 400 ANOS



Misterioso relógio estava encravado na rocha e marcava 10h06.
Objeto estava em túmulo da dinastia Ming, em Shangsi, na China.
Do G1, em São Paulo
Arqueólogos encontraram relógio suíço de cerca de 100 anos de idade em túmulo que estava fechado há mais de 400 anos. (Foto: Reprodução/Daily Mail)
Arqueólogos se mostraram surpresos após encontrarem um relógio suíço de cerca de 100 anos de idade em um túmulo que estava fechado há mais de 400 anos na China, segundo o jornal inglês "Daily Mail".

Os arqueólogos acreditavam que eram os primeiros a visitar o túmulo da dinastia Ming, em Shangsi, na China. Mas, ao abrirem o túmulo, eles encontraram um relógio miniatura com um círculo escrito "Swiss", objeto que acreditam ter um século de idade.

O misterioso relógio estava encravado no barro e na rocha e marcava 10h06.

Segundo especialistas, relógios eram desconhecidos na dinastia Ming. Além disso, na época, a Suíça nem sequer existia como um país.

De acordo com a reportagem, os arqueólogos estavam fazendo um documentário com dois jornalistas quando fizeram a descoberta.

16 de dez. de 2008

RECRIADO O ROSTO DE CLEÓPATRA



Como seria o rosto da rainha do Egito (Foto: Cortesia/Five

Cientista recria rosto de Cleópatra para documentário
Egiptóloga usou imagens gravadas em artefatos antigos para recriar a face da rainha.

Uma egiptóloga britânica recriou o que seria o rosto da rainha Cleópatra para um documentário sobre a vida de uma das mais famosas líderes do Egito Antigo. Para recriar a face de Cleópatra, a arqueóloga Sally Ann Ashton, da Universidade de Cambridge, usou imagens gravadas em artefatos antigos, como um anel que data da época do seu reinado, há 2 mil anos.
Ela passou mais de um ano analisando as imagens para compor o rosto da rainha e as manipulou em computador até chegar ao resultado em três dimensões.

O rosto recriado pela egiptóloga revela uma mulher de etnia mista, com traços egípcios e da sua herança grega.

A imagem fará parte do documentário Cleopatra, parte da série Segredos do Egito, do canal de televisão britânico Five.

A rainha Cleópatra já foi interpretada no cinema por atrizes conhecidas pela beleza, como Sophia Loren e Elizabeth Taylor.

Em 2007, um estudo realizado por especialistas da Universidade de Newcastle, na Grã-Bretanha, sugeriu que tanto Cleópatra quanto seu amante, Marco Antônio, não eram bonitos.

Os pesquisadores analisaram uma moeda de prata de 2 mil anos que mostrou que a rainha egípcia tinha queixo e nariz pontudos e lábios fino

1 de set. de 2008

TUTANCÂMON: Fetos mumificados de filhas



Fetos em tumba são de filhas gêmeas de Tutancâmon, diz análise
Estudo com DNA de fetos indicou que gêmeas nasceram mortas, disse pesquisador.
Dois fetos mumificados encontrados na tumba do faraó egípcio Tutancâmon poderiam ser de suas filhas gêmeas que nasceram mortas, indica a análise preliminar do DNA dos corpos pelo anatomista britânico que há quatro décadas estuda os despojos do rei egípcio.
As novas descobertas serão apresentadas nesta segunda-feira pelo professor Robert Connolly, da Universidade de Liverpool, em uma conferência sobre farmácia e medicina do Egito Antigo na Universidade de Manchester.
"Estudei uma das múmias, a maior, em 1979, determinei o grupo sangüíneo desta múmia bebê e comparei com o grupo sangüíneo de Tutancâmon que defini em 1969. Os resultados confirmaram que este feto maior poderia ser da filha de Tutâncamon", afirmou Connolly.
"Agora acreditamos que são gêmeas e ambas suas filhas. A análise do DNA que está sendo realizada pelo grupo do Dr. Hawass, no Egito (Zahi Hawass, secretário-geral do Conselho Supremo de Antigüidades egípcio), vai contribuir com outra peça-chave para essa questão."
Os fetos foram encontrados na tumba de Tutancâmon, em Luxor, em 1922. Sabe-se que o faraó, que morreu há três milênios quando tinha apenas 19 anos, casou-se com Ankhesenamun, filha da rainha Nefertiti, aos 12 anos de idade. Mas o casal não teve nenhum filho que tenha sobrevivido, acreditam os estudiosos.
Connolly afirmou que a tese dos dois bebês gêmeos "se encaixa bem na idéia de uma única gravidez de sua jovem esposa".
"É uma descoberta muito animadora, que não apenas pinta um retrato mais detalhado da vida e morte desde jovem rei, como também nos conta mais sobre sua linhagem", acrescentou.
Os despojos de Tutancâmon foram examinados em testes de DNA e tomografia computadorizada em 2005. Estas foram as primeiras múmias a serem submetidas a estes testes, na tentativa de aportar novas informações à história dos governantes egípcios da Antigüidade.
Tutancâmon governou o Egito de 1.333 a 1.324 a.C. Acredita-se que tenha chegado ao trono aos nove anos de idade.
A diretora da conferência, a professora Rosalie David, disse que a tumba e a múmia de Tutancâmon "têm nos dado muita informação sobre a vida no Egito Antigo, e pelo jeito continuarão dando por algum tempo".
O evento em que as conclusões serão apresentadas reúne mais de cem delegados de cerca de dez países e é realizado em parceria entre a Universidade de Manchester e o Centro Nacional de Pesquisas, no Cairo.

26 de ago. de 2008

ENCONTRADA ESTÁTUA DE IMPERADOR ROMANO




Arqueólogos desenterram estátua de imperador romano
Peças de mármore revelam figura de Marco Aurélio, que reinou durante 19 anos.
Arqueólogos desenterraram na Turquia partes de uma estátua gigante do imperador romano Marco Aurélio.
Os especialistas encontraram a cabeça, o braço direito e partes inferiores das pernas da estátua em um sítio arqueológico na antiga cidade de Sagalassos, no sudoeste do país.
Foi no mesmo local que a equipe liderada pelo arqueólogo Marc Waelkens, da Universidade Católica de Leuven, na Bélgica, encontrou, há pouco mais de duas semanas, a cabeça de uma estátua da imperatriz Faustina, a Velha.
No ano passado, os arqueólogos já haviam encontrado em Sagalassos uma estátua gigante do imperado Adriano.
Os pesquisadores acreditam que o local onde as estátuas estavam reunidas era provavelmente um frigidário, uma sala enorme com uma piscina de água fria, onde romanos se banhavam após mergulhar nas termas.
O sítio arqueológico faz parte de um complexo de termas romanas que está sendo cuidadosamente escavado pelos especialistas há 12 anos. O local teria sido atingido por um terremoto entre os anos 540 e 620 d.C., destruindo muitas estátuas.

Reprodução fiel
Os fragmentos da estátua de Marco Aurélio começaram a ser desenterrados no dia 20 de agosto, quando os arqueólogos encontraram um par de pernas quebradas na altura do joelho. Em seguida, acharam um braço direito com 1,5 metro de comprimento, cuja mão segurava um globo terrestre.
Mas foi ao encontrar a enorme cabeça de mármore que os pesquisadores identificaram a estátua como sendo de Marco Aurélio.
Marc Waelkens disse que a peça é uma das reproduções mais fiéis do imperador, que reinou do ano 161 d.C a 180d.C.
Marco Aurélio é lembrado por suas escrituras e já chegou a ser considerado mais como "um filósofo do que um soldado".
Mas apesar de sua paixão por filosofia, ele passou boa parte de seu reinado lutando contra tribos germânicas ao longo do rio Danúbio, na Áustria, onde morreu em 180 d.C.
Em 2000, o ator Richard Harris fez o papel de Marco Aurélio no filme O Gladiador.
Junto com Nerva, Trajano, Adriano e Antonio Pio, Marco Aurélio foi um dos "Cinco Bons Imperadores" de Roma.
Em geral, as administrações desses imperadores foi marcada por relativa paz e prosperidade política, militar e económica.

10 de jun. de 2008

PEDRA ESCOSESA C/SIMBOLOS MISTERIOSOS


Arqueólogos encontram na Escócia pedra com símbolos misteriosos
Os arqueólogos descobriram nas ilhas Shetland da Escócia uma pedra esculpida e decorada com símbolos misteriosos que poderiam ser pagãos ou cristãos, informaram hoje fontes do museu do arquipélago.
A pedra, de 45 por 28 centímetros, fragmento de outra maior, mostra em uma de suas faces dois discos com cruzes, unidos por uma fita e outras decorações mais ou menos intrincadas que se interrompem pelo corte na parte superior.
Não se sabe o significado religioso dos mais de 40 símbolos da cultura píctone, mas os motivos são consistentes em todo o território escocês.
O que aparece na pedra recém-descoberta é o disco duplo e a vareta em forma de Z, já conhecida pelos arqueólogos, mas o que a torna muito especial são as cruzes inscritas nas rodas.
Outros discos duplos possuem às vezes círculos ou espirais em seu interior, mas estes são os primeiros com cruzes.
Se for uma cruz cristã, e não apenas de um desenho geométrico, indica um híbrido entre a religião indígena dos pictos (primeiros habitantes da Escócia) e o novo cristianismo.
O local onde a pedra foi encontrada foi um centro religioso durante dois milênios e também pode ter sido um ponto de convergência cultural e político na antiguidade.
É o que parece se deduzir de quatro pedras descobertas ali e nas quais aparece o antigo alfabeto conhecido como "ogham", e de uma quinta pedra, a "Mail Stone", descoberta em 1992, e na qual aparece uma figura misteriosa com uma máscara de cabeça de cachorro.
Durante a Idade Média, esse local foi usado para funerais, e foram encontrados três pedaços de lápides com inscrições nas quais foi usado o alfabeto rúnico

24 de abr. de 2008

TUTANCÂMON MORREU DE TOMBO NUMA CAÇADA

Máscara mortuária do faraó-menino, hoje no Museu Egípcio do Cairo
Tutancâmom andando de biga

Tutancâmon morreu de tombo durante caçada no deserto, diz documentário
Faraó teria morrido após ter quebrado a perna, ao cair de uma biga. Mistério sobre a morte do jovem existe desde que sua tumba foi descoberta, em 1922.
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Os cientistas parecem ter resolvido o mistério sobre a morte de Tutancâmon e acreditam que o jovem faraó, que reinou entre 1333 e 1324 a.C., morreu ao cair de uma biga (veículo puxado por dois cavalos), enquanto caçava no deserto.Segundo um documentário que será emitido nesta terça-feira (23) pelo "Channel 5" da televisão britânica, recentes estudos com tomografia computadorizada revelam que o faraó sofreu uma fratura na perna esquerda acima do joelho antes de morrer. As conjeturas sobre a morte de Tutancâmon começaram quando a tumba foi descoberta pelo arqueólogo Howard Carter, em 1922.
SUSPEITA DE ASSASSINATO
Estudos com raios X feitos com a múmia do faraó em 1968 indicavam que havia uma inflamação na base do crânio, por isso se acreditava que o jovem morreu de um golpe na cabeça. No entanto, segundo o documentário "Tutancâmon: Os Segredos do Rei Faraó", um especialista acredita que o caso finalmente foi resolvido."Ele não foi assassinado, como muitos pensavam. Sofreu um acidente quando caçava no deserto. Ao cair de uma biga, fraturou a perna esquerda, e assim foi, na minha opinião, como morreu", afirmou o secretário-geral do Conselho Supremo de Antiguidades do Egito, Zahi Hawass.
Até agora muitos historiadores consideravam que Tutancâmon era tratado como uma criança frágil que era protegida de perigos físicos, segundo o programa. Nadia Lokma, especialista do Museu do Cairo, afirmou que as carroças encontradas no túmulo não eram usadas em cerimônias ou em guerras, mas para a caça. As roupas encontradas no local, como um colete para protegê-lo, também sugerem que Tutancâmon estava acostumado a usá-las.
Exposição faraônica
Estes resultados coincidem com a exposição que será realizada em novembro, em Londres, sobre os materiais achados no túmulo de Tutancâmon. Ela acontece 35 anos após outra organizada no Museu Britânico para comemorar o 50º aniversário de sua descoberta no Vale dos Reis, e não em Luxor.Na exibição de 1972, 1,5 milhão de pessoas fizeram fila para ver a máscara funerária de ouro de Tutancâmon, que desta vez não será levada a Londres devido a sua fragilidade."Tutancâmon e a Idade Dourada dos Faraós" poderá ser visitada a partir de 15 de novembro na Cúpula do Milênio, no sudeste de Londres.
Postado por HRubiales

22 de abr. de 2008

SITIO ARQUEOLÓGICO NA COLOMBIA COM MAIS 1.000 TUMBAS


Sítio arqueológico na Colômbia pode ter mais de mil tumbas
Cemitério indígena tem cerca de 1.500 anos, estimam os arqueólogos.Ruínas foram descobertas por acaso, durante uma obra.

postado por hrubiales

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