Mostrando postagens com marcador SEXO. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador SEXO. Mostrar todas as postagens

19 de fev. de 2011

Ruby descreve como eram as orgias organizadas por Berlusconi


Dezenas de mulheres nuas dançando e se acariciano em torno do primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi, disputam sua atenção para excitá-lo: de acordo com 'Ruby Rouba Corações', pivô do escândalo envolvendo Il Cavaliere, era assim que aconteciam as chamada 'festas bunga-bunga' do chefe de governo italiano.  Foto:Filippo Monteforte/AFP

ROMA (AFP) - Dezenas de mulheres nuas dançando e se acariciando em torno do primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi, disputam sua atenção para excitá-lo: de acordo com "Ruby Rouba Corações", pivô do escândalo envolvendo Il Cavaliere, era assim que aconteciam as chamada "festas bunga-bunga" do chefe de governo italiano
"O primeiro-ministro me levou até seu escritório, e me fez entender que minha vida mudaria completamente se eu participasse na bunga-bunga", acrescenta a jovem.
Ela conta ter se recusado em uma primeira ocasião, mas acabou se unindo ao "harém" de Berlusconi da segunda vez em que o visitou, em março - mas garantiu que sua condição era manter-se vestida.
"Eu não tirava a roupa e não tinha relações sexuais", afirma. "Eu era a única garota vestida, e apenas para ter algo para fazer eu levava para o primeiro-ministro um Sanbitters de vez em quando", continua, referindo-se a um popular drink não alcoólico vendido na Itália.
Não há menção no relatório sobre o que Berlusconi usava nessas ocasiões.Não houve acusações judiciais relacionadas com as festas "bunga bunga", que, no entanto, se tornaram motivo de inúmeras piadas na Itália nos recentes meses.Berlusconi admitiu que é "um pecador, como todo mundo", mas acusou os juízes moralistas e adversários puritanos de orquestrarem uma campanha contra ele
"Depois do jantar, íamos para um salão no subsolo, onde acontecia a bunga-bunga", relata Karima El Mahroug, dançarina marroquina que ficou conhecida pelo apelido "Ruby Rouba Corações" e cujo depoimento para os investigadores que apuram o caso teve trechos vazados e publicados no jornal La Repubblica.
"Todas as garotas ficavam nuas durante a bunga-bunga, e eu tinha a sensação de que elas estavam competindo umas com as outras para fazer com que Berlusconi as notasse, com performances sexuais cada vez mais ousadas", lembra Ruby, citada no diário italiano.
Ela é peça-chave do processo que corre na justiça italiana contra Berlusconi, acusado de contratar seus favores sexuais quando Ruby ainda era menor de idade - embora tanto ela quanto ele neguem.
Berlusconi também é acusado de abuso de poder, por um episódio em que obrigou a polícia a libertar Ruby, detida por roubo.
O julgamento do primeiro-ministro, que declarou não estar nem um pouco preocupado com o processo, começará no dia 6 de abril.
Em outro trecho do depoimento, Ruby descreve como foi seu primeiro encontro com o premier italiano.
"Naquela noite, Berlusconi me disse que a bunga-bunga era um harém, o que ele copiou de seu amigo (o ditador líbio Muamar) Kadhafi, e que consistia de garotas tirando a roupa e concedendo-lhe 'prazeres sexuais'".


13 de fev. de 2011

Aprenda como aquecer o relacionamento com strip-tease



Para que o desejo se manifeste é preciso uma combinação de possibilidade com provocação. A sensação de estar com algo que se queira somado a uma incerteza a respeito da realização é que move o homem na busca por sua satisfação. Segundo a sexóloga Maria Lúcia Beraldo, esta é a fórmula de sucesso de uma das técnicas de sedução mais exploradas pelo cinema: o strip-tease. Sem dúvida, umas das fantasias preferidas do imaginário masculino.


O objetivo é despertar tanto desejo quanto seu parceiro aguente. Para isto é fundamental conhecê-lo minimamente. Coisas que podem excitar alguns pode ser brochante para outros. Ou seja, muito cuidado na hora de escolher essências e aromas, a música e a roupa.


A sexóloga Maria Lúcia Beraldo aproveita o tema para comemorar o início de um novo momento nos relacionamentos. "Já estamos vivendo num momento de liberdade sexual, o que chamamos de 'monogamia quente'. Nesse novo padrão, não é mais tão estanque o papel de mulher da 'rua' e o da mulher de casa. Há esposas e parceiras que preenchem bem o papel de amante, exercitando o fetiche e as fantasias", afirma.
Aprenda como aquecer o relacionamento com strip-tease - Foto: Getty Images
O que vale saber é que não basta simplesmente querer preencher o imaginário erótico do seu parceiro com uma tão sonhada strip-tease bem no meio da semana. Para que esta dança tenha graça e sua iniciativa não pareça forçada, é fundamental um pouco de treino e atenção para saber o melhor momento de entrar em ação. Antes de bolar o plano todo, comece observando como o seu parceiro se comporta quando você tira a roupa. Se vocês têm uma rotina, tente descobrir em qual momento a surpresa se encaixaria. Não tem nada mais anti-romântico do que tentar impor o clima.


Para que um strip-tease aconteça é fundamental que a sua "presa" esteja propensa a sentir tesão. Toda graça da dança mora no desejo de quem assiste ver a pessoa que dança finalmente sem roupa. Para isto é preciso caprichar no visual. Opte por roupas que escondam mais do que revelem seu corpo, mas que sejam fácil de tirar. É aí que nasce o interesse todo. Lembre-se, o objetivo é provocar até ele não aguentar mais! 

O fetiche do strip-tease é também um exercício da mulher na posição de dominadora. Durante toda a dança é ela quem controla a situação. Qual peça será tirada, a velocidade, a maneira, o olhar. O homem só terá dela o que ela quiser, o que ela permitir. Fazer um strip-tease também é um exercício para o seu auto-controle. Você é quem decide quando é hora de ceder e permitir que ele lhe toque e que a brincadeira acabe da melhor maneira possível. Mas, até lá, você se diverte consigo mesma enquanto ele só olha.


O que ele precisa ver em você? Uma mulher sexy e autoconfiante que se excita com seu próprio corpo, que aproveita objetos e as próprias roupas para se excitar. Seu pensamento precisa estar voltado para você mesma e suas sensações despertas pela brincadeira. A cara dele de "por favor deixe eu ver seu corpo" é uma consequência. Mas você não pode esperar por ela para curtir a brincadeira. 
Aprenda como aquecer o relacionamento com strip-tease - Foto: Getty Images
Segundo a sexóloga, a liberdade para brincar com a sexualidade é um prato cheio para o exercício do feminino. "Ao dançar, ou simplesmente tirar provocantemente a roupa, a mulher está em contato com aquilo que lhe confere um aspecto diferencial diante do homem, do mundo e de si própria: sua autoconfiança e feminilidade", diz.


Deixe a vergonha de lado
Pratique pequenos movimentos aos poucos, sempre que for possível. Treine na frente do espelho. Para que a brincadeira seja divertida para os dois é fundamental que esta fantasia seja sua também, afinal, você exerce o papel principal.


Depois, invista num visual mais sensual. Vale vestidos, casacos, cinta-liga, espartilho. Procure as cores vibrantes ou o preto clássico. 


Capriche na produção dos cabelos e uma maquiagem mais marcante. Escolha uma trilha sonora que lhe deixe à vontade para dançar evidenciando o que seu corpo tem de melhor, os movimentos.


E claro, certifique-se de que vocês não serão interrompidos até que ambos estejam satisfeitos com o Por resultado, seja um desejo aumentado ou um sexo bem feito.
 Por Minha Vida

6 de fev. de 2011

Por que gostamos tanto de beijar?


A ciência do beijo

Em seu novo livro, 'The Science of Kiss', a cientista e jornalista Sheril Kirshenbaum explica por que o beijo faz todo sentido do ponto de vista biológico e por que os seres humanos gostam tanto de beijar

Aretha Yarak
Burt Lancaster e Deborah Kerr em 'A Um Passo da Eternidade': sentidos aguçados
Burt Lancaster e Deborah Kerr em 'A Um Passo da Eternidade': sentidos aguçados (Reprodução)
"O beijo ativa todos os nossos sentidos - como o olfato, o paladar e o tato - para que forneçam pistas sobre a compatibilidade e o potencial a longo prazo do parceiro"
"Embora o beijo possa transmitir bactérias e vírus, é algo relativamente seguro. Existe um número muito maior de germes que podem ser transmitidos por um aperto de mão"
"Ninguém nunca me beijou como você", diz a esposa infeliz vivida por Deborah Kerr ao amante interpretado por Burt Lancaster, na célebre cena de A Um Passo da Eternidade. O arrebatamento ganha contornos dramáticos no filme de Fred Zinnemann. Já na vida real, é o resultado genuíno de uma complexa cadeia de reações biológicas cujo propósito, justamente, é nortear a decisão de investir ou não num relacionamento. "O beijo ativa todos os nossos sentidos para que forneçam pistas sobre a compatibilidade e o potencial a longo prazo do parceiro", diz ao site de VEJA a pesquisadora Sheril Kirshenbaum. Em seu novo livro, The Science of Kissing("A Ciência do Beijo", sem previsão de lançamento no Brasil), Sheril explica a origem e a evolução do beijo, por que faz bem à saúde e como pode decidir com quem vamos passar o resto da vida. Leia trechos da entrevista.
Divulgação
A capa do livro 'The Science of Kiss', de Sheril Kirshenbaum
A capa do livro 'The Science of Kiss', de Sheril Kirshenbaum
Qual a origem do beijo? O registro mais antigo do beijo vem da Índia. São textos em sânscrito de 3.500 atrás. No entanto, considerando tantos comportamentos similares no reino animal, especialmente entre primatas, pode-se supor que os humanos, de alguma maneira, sempre se beijaram.
Por que beijamos? O beijo ativa todos os nossos sentidos - como o olfato, o paladar e o tato - para que forneçam pistas sobre a compatibilidade e o potencial a longo prazo do parceiro. Nosso corpo e cérebro nos ajudam a decidir se devemos investir no relacionamento. Ao mesmo tempo, as terminações nervosas existentes nos lábios fazem da experiência algo extremamente agradável. E é função dos hormônios e dos neurotransmissores promoverem o vínculo e a proximidade entre as duas pessoas.

O beijo é uma evolução biológica? Como fica a influência cultural? O ato de beijar é um exemplo maravilhoso de comportamento que combina inclinações naturais e aprendizado. Nós temos um instinto biológico muito forte que nos impulsiona a beijar outra pessoa, mas isso é também um comportamento aprendido e moldado pela cultura e pela própria experiência pessoal. Em regiões onde não existe a tradição de beijar, da maneira como a entendemos hoje, há comportamentos que podem ser considerados similares, tais como lamber, esfregar e até mesmo assoprar, sempre com o mesmo propósito.

Quais são os mecanismos químicos e biológicos envolvidos no ato de beijar? Quando o beijo “combina”, nossas bochechas ficam avermelhadas, nossa pulsação acelera, a respiração fica irregular e as pupilas dilatam  - o que pode explicar por que fechamos os olhos. Beijar libera ainda o “hormônio do amor”, a ocitocina, que trabalha para manter a conexão entre duas pessoas. Portanto, beijar pode ajudar a manter o amor em relacionamentos longos. Também é associado ao beijo o aumento de dopamina, neurotransmissor responsável pelo desejo. Enquanto isso, a serotonina causa pensamentos obsessivos sobre o parceiro. Esse é o mesmo neurotransmissor envolvido em pessoas com TOC. Isso é apenas o começo. É interessante observar como esses hormônios e neurotransmissores são responsáveis por vários dos sintomas que nós associamos à paixão.
Como o cérebro reage ao beijo? Um beijo bom envia uma cascata de sinais para o cérebro, que nos fazem sentir bem, reforçando o comportamento, o que nos faz ter vontade de continuar o que estamos fazendo.

Beijar vicia? A dopamina é um neurotransmissor que atinge seu pico durante o beijo. É um tipo de droga natural, associada à recompensa, que nos faz sentir uma onda de euforia e desejo. Ela estimula os mesmo centros de prazer no cérebro que as drogas, nos fazendo querer mais e mais, como um vício.

Beijar é perigoso? Embora o beijo possa transmitir bactérias e vírus, é algo relativamente seguro. Existe um número muito maior de germes que podem ser transmitidos por um aperto de mão.

Qual o maior engano sobre o beijo? Provavelmente o ditado que diz que "um beijo é apenas um beijo". Na verdade, há muito mais coisas envolvidas.

O que faz um beijo ser memorável? De acordo com John Bohannon, psicólogo da Universidade de Butler, o primeiro beijo pode deixar uma memória muito viva. Ele descobriu que a maioria das pessoas consegue se lembrar detalhadamente da experiência. Isso pode ter alguma relação com os altos níveis de excitação dos nossos sentidos para reunir informações importantes sobre a atividade e a outra pessoa. É um momento muito poderoso e nos ajuda a decidir o que fazer em seguida.

Quais as diferenças biológicas de um beijo romântico e de um social? Os dois tipos de beijo transmitem uma sensação de confiança. Estamos deixando outra pessoa invadir nosso “espaço pessoal”. Entretanto, um beijo social evoluiu historicamente como um tipo de saudação, provavelmente por causa do jeito como nossos ancestrais usavam o nariz para agradecer ou demonstrar reconhecimento. Isso, em certo ponto, provavelmente passou a ser acompanhado de um selinho.
Divulgação
Sheril Kirshenbaum
A pesquisadora Sheril Kirshenbaum
Qual a diferença na maneira que homens e mulheres encaram o beijo? Existe uma grande diferença entre os gêneros em relação à atitude e às preferências do beijo. Mulheres tendem a descrever o beijo como uma maneira de medir o relacionamento e de descobrir os sinais que o beijo pode dar sobre o futuro. Homens com frequencia descrevem o beijo como um meio de alcançar um determinado fim, esperando por mais contato físico. Felizmente, beijar é prazeroso para ambos os sexos.

Quais os benefícios do beijo para a saúde? Uma vez que o beijo é um meio tão significativo para criar vínculos entre as pessoas, ele é benéfico para a mente e também para o corpo. Vínculos fortes estão ligados a melhores relacionamentos, uma melhor sensação de bem estar, atitudes mais otimistas, baixa pressão sanguínea e menos estresse.
Por que algumas culturas não adotaram o beijo na boca? Enquanto eu produzia meu livro, li alguns relatos de viajantes do século XIX sobre culturas que tradicionalmente não beijavam do como fazemos. Um beijo na boca deve ter parecido bem estranho a estas populações. Entretanto, se ampliarmos a definição de beijo, como Charles Darwin fez, incluindo gestos como assopros no rosto e lambidas, reparamos que há uma similaridade de comportamentos e uma biologia envolvida aparentemente universal.

14 de dez. de 2010

O PRAZER DEIXA MUITO A DESEJAR




Arnaldo Jabor - O Estado de S.Paulo

Amigos me perguntam: você fez A Suprema Felicidade mas, o que é o prazer para você? Penso, penso e respondo: "Sei lá..."
Mas, como insistem, vamos tentar.

O prazer pode nos dar culpa e a culpa pode dar prazer. Os masoquistas sabem disso: todo prazer será castigado. Por isso, muitos preferem o doce sentimento de culpa, porque, se somos castigados antes, podemos ruminar sem medo o nosso vazio. O prazer deixa muito a desejar, o prazer nos deixa insatisfeitos porque acaba logo. O problema do prazer é que ele sempre demanda mais prazer, orgias mais perversas, drogas mais alucinantes. O prazer não quer ter fim. "Ah... e a felicidade?" - me perguntam. (Se bobear, viro conselheiro sentimental...) Bem, a felicidade seria um prazer mais duradouro, comedido. Mas a felicidade está fora de moda em tempos tão velozes. A felicidade é analógica e o prazer digital. A felicidade ficou chata, tem de ser administrada, dosada e é feita também de dores, sofrimentos e dúvidas. O prazer não; pega, mata e come. Todos fingem ter prazer - é mais comercial. As caras das revistas ostentam uma gargalhada eterna. Prazer é voraz; quer botar o mundo para dentro, sugar, comer o mundo como um pudim, pela boca, por todos os buracos. Prazer é "cool". Felicidade é careta.

Mas, vamos nos deter no capítulo do orgasmo, esse retumbante final de sinfonias. O problema do orgasmo é a memória e a esperança. É bem fácil lembrar de um grande gozo no passado (mesmo ilusório) ou imaginar um grande uivo no futuro que ainda não chegou. Já o orgasmo no presente é assaltado por muitos estorvos: uma sirene de polícia, o medo de falhar, a campainha do vizinho.

Há-os de vários tipos: o básico, o decepcionante e o apoteótico. De cinco estrelinhas a pontinho preto.

O apoteótico é raríssimo, é uma utopia que desqualifica os básicos tremores. Conheço um sujeito que na hora H pensou num gol de placa do Ronaldinho e quase subiu aos céus (apoteose). Um outro, que tinha ejaculação precoce, gozou ao apertar o botão do elevador da casa da mulher que tanto ambicionava. Fora isso, temos o básico, o arroz com feijão: "Pronto, meu bem, agora vamos jantar."

Mas, você só pensa em sexo, dirão vocês. É... fazer o que, se o sexo está tomando o lugar de todos os outros desejos? A verdade é que o prazer anda de cabeça baixa, deprimido, apesar do eufórico exibicionismo em revistas de celebridades. O prazer é obrigatório no mercado. O que nos falta, então? Falta o pecado. Todos podem tudo: "Sim, eu gosto de atacar nos mictórios das rodoviárias e me orgulho de minha tara!" - diz o perverso sorrindo na TV. A permissividade total esvai a tesão. O prazer precisa da proibição. Sem lei não há gozo, diria Lacan se masturbando. Aliás, o vício solitário é bem seguro. A punheta é metafísica. Ela é onisciente e gira em todas as direções, é um caleidoscópio de mulheres ou de homens. Um dos sintomas deste mundo louco é a masturbação. Não me refiro à mera "coça na miúda", nem no "estrangulamento do pele-vermelha", mas à masturbação na alma de vidas autorreferentes, ao narcisismo de seres perdidos num deserto de possibilidades sem fim. Em meio a tanta liberdade, nunca fomos tão solitários. Tínhamos pecados e proibições perfumando os prazeres, mas hoje ficou tudo referido ao sexo, para substituir frustrações políticas e sociais. A masturbação existe até no grande amor romântico, em que os dois narcisismos se tocam, se beijam, se arranham, mas não se comunicam. Neste mundo solitário temos o "hype" da masturbação feminina, com o vibrador, o consolador de viúvas e solteironas. O vibrador tem vida própria, sem o incômodo inconsciente, sem diálogos constrangedores. O vibrador não é um pedaço - está inteiro; o homem, o "outro" é que foi amputado dali. O consolador, o vibrador é um amante delicado sempre pronto a satisfazer sua dama. E ela pode imaginar o homem perfeito ali, entre suas mãos. Os homens também gostariam de ter sua autonomia: serem livres e soltos como um pênis voador, comendo todo mundo com movimentos giratórios e beleza aerodinâmica. O mercado e a tecnociência provocam mutações em nós. Não queremos amar, queremos consumir alguém. Queremos ter o ritmo das coisas e, na progressiva digitalização do sexo, os corpos tendem a ser o campo de provas da eficiência dos mecanismos de prazer. Queremos o prazer da máquinas. E cada vez mais somos isso. Somos movidos por seus desejos que nos contaminam, somos movidos pela secreta vontade de existirem pois, assim como as bombas desejam explodir, os robôs também querem amar. E já somos suas cobaias inconscientes.

Mas aí, dirá o leitor mais reflexivo, mais estóico, menos epicurista, mas sábio e, talvez, mais velho: "Sim, mas e a contemplação calma da natureza, os lagos dourados, as flores e as crianças correndo, e as auroras, os céus estrelados? E a arte? Isso não é prazer?" Sim, sim, mas por trás dessa calma contemplação de auroras e belezas, florestas e oceanos, há um ensaio para o fim, há o preparo para o maior prazer de todos, há a saudade oculta de algo que está além da vida, ou antes dela. Entre flores e lagos dourados contemplamos nosso fim. É uma saudade não sabemos de quê...

É um prazer além do prazer (Freud), é o prazer da matéria. A matéria quer paz. Nós somos um transtorno para a matéria que quer voltar ao seu silêncio. A vida e o prazer enchem o saco da matéria que é obrigada a nos suportar. A matéria olha nossos arroubos de vida e espera pacientemente que acabe a valentia para voltarmos ao prado, à grama, à terra, ao sossego da tumba. Mais além do princípio do prazer, está a invencível vontade de morrer. A matéria sonha com a paz. Somos sonhados pela matéria da qual somos apenas um tremor, um despautério, uma agitação banal. A matéria nos sonha com tanta perfeição que pensamos que temos espírito.

O prazer da matéria é paciente. Nós não sabemos ainda, mas nosso grande prazer será sentido quando não estivermos presentes

8 de set. de 2010

Orgasmo vaginal



ORGASMO VAGINAL - Mesmo sem conseguir, muitas mulheres acreditam que precisam atingir o orgasmo através da penetração. Procuramos o terapeuta sexual Amaury Mendes Júnior, membro da comissão de estudos em terapia sexual do ISEXP, para esclarecer de onde surgiu a lenda. \

ORGASMO VAGINAL 
Mesmo sem conseguir, muitas mulheres acreditam que precisam atingir o orgasmo através da penetração. Procuramos o terapeuta sexual Amaury Mendes Júnior, membro da comissão de estudos em terapia sexual do ISEXP, para esclarecer de onde surgiu a lenda. \"Freud dizia que a mulher madura deveria ter orgasmos vaginais - atingidos através da penetração –, e que as imaturas teriam o clitoriano. Isso pirou a cabeça das mulheres, terminando com muitos relacionamentos. Elas eram cobradas pelos maridos, que achavam que não lhes davam prazer suficiente. Hoje sabemos que o prazer é um só, não importa de onde venha. Pode ser dos seios, das pernas, do clitóris ou de qualquer outra parte do corpo. O importante é que venha. O clitóris é apenas o detonador de tudo. O mito do orgasmo vaginal ainda hoje traz clientes chorosas ao consultório\", explica. Maldito Freud!

Existe o ponto G?

Existe o ponto G?

O PONTO G - Este é um dos maiores mistérios do corpo humano e motivo de controvérsias entre médicos. A ginecologista Ângela Magalhães, autora do livro “Sexo sem medo” (Ed. Brasport) explica: “Anatomicamente, o ponto G não existe. Mas o que se pode concluir, por tudo o que já se falou e se escreveu, é que ele esteja localizado no terço inicial da vagina, na sua parede anterior. O massageamento desse local aumenta intensivamente o desejo e as sensações sexuais”. Real ou imaginário, as formas de se ter prazer são muitas. Portanto, deixe o ponto G em paz e procure o que lhe faz feliz.

O PONTO G 
Este é um dos maiores mistérios do corpo humano e motivo de controvérsias entre médicos. A ginecologista Ângela Magalhães, autora do livro “Sexo sem medo” (Ed. Brasport) explica: “Anatomicamente, o ponto G não existe. Mas o que se pode concluir, por tudo o que já se falou e se escreveu, é que ele esteja localizado no terço inicial da vagina, na sua parede anterior. O massageamento desse local aumenta intensivamente o desejo e as sensações sexuais”. Real ou imaginário, as formas de se ter prazer são muitas. Portanto, deixe o ponto G em paz e procure o que lhe faz feliz.
Crédito: Getty Imag

6 de jul. de 2010

Por que homens gostam mais de mulher com a bunda grande?



Pois é, as mulheres fazendo dietas malucas para emagrecer e os homens gostam mesmo é das avantajadas. E não são só eles que preferem mulheres com curvas. Macacos também apreciam traseiros grandes. É um sinal universal de fertilidade. Centenas de culturas, da antiguidade até hoje, sempre manifestaram preferência por fêmeas com quadris 30% maiores que a cintura: a clássica mulher-violão. A nossa preferência nacional (e internacional) se justifica.
>> Por que seu namorado sempre vai olhar disfarçado ao passar por uma mulher atraente?
>> Entenda o vício em sexo
Quanto mais largo é o quadril, maior é o canal do parto, o que facilita na hora de ter filhos. Antes de inventarem a cesariana, a taxa de crianças que morriam por não conseguirem passar por esse canal era muito alta. Há outros fatores também envolvidos. Para o autor de livros sobre relacionamentos, Joe Quirk, a gordura é a essência da feminilidade. “Diferentemente do que muitas mulheres pensam, homens não compram revistas masculinas para ver modelos magrinhas. Os homens babam pelas mulheres com todas as gordurinhas nos lugares certos: peitos e quadris.”

25 de jun. de 2010

Aprovado domínio para pornografia na internet

Este resumo não está disponível. Clique aqui para ver a postagem.

14 de mai. de 2010

Bispos pedem perdão e prometem ações contra pedofilia. Será?



Os bispos católicos brasileiros pedem perdão às vítimas de abusos sexuais na Igreja e prometem adotar medidas concretas e urgentes na formação de novos padres e na punição dos culpados para combater a pedofilia no clero. A presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou nesta quinta um pronunciamento, ao encerrar em Brasília sua 48.ª Assembleia Geral.
“O tratamento do delito deve levar em consideração três atitudes: para o pecado, a conversão, a misericórdia e o perdão; para o delito, a aplicação das penalidades (eclesiástica e civil); para a patologia, o tratamento”, diz o texto do pronunciamento, depois de expressar o compromisso e empenho dos bispos na investigação rápida e eficaz dos casos de abuso sexual.
Para a formação dos futuros padres, os bispos pretendem “realizar acurada seleção dos candidatos ao seminário, por meio de um processo de acompanhamento que permita a admissão de pessoas com indisfarçável saúde física e mental, somada aos atributos de equilíbrio moral psicológico e espiritual”. O presidente da CNBB, d. Geraldo Lyrio Rocha, disse que homossexuais devem ser impedidos de ser padres não pelo fato de serem homossexuais, mas por não se sentirem capazes de assumir o celibato e a castidade. “Não é uma discriminação, é um direito da Igreja, que pode escolher aqueles a quem vai conferir o sacramento da ordem ou sacerdócio”, ressalvou d. Geraldo.
Punição
A Igreja promete favorecer os procedimentos civis e aplicar de imediato a lei eclesiástica, “com a suspensão do exercício ministerial, sem apelar para uma simples transferência”. Os bispos confirmaram a constituição de uma cartilha que será um protocolo de política oficial de ação da Igreja. Ela “deverá conter princípios teóricos, a partir da legislação civil e canônica, referentes ao proceder dos bispos e de suas dioceses nos casos de abusos sexuais de menores, adolescentes e jovens, devendo conter também indicações práticas a serem adotadas”.
Indenização
Com relação a eventuais indenizações às vítimas, o advogado da CNBB, Hugo Sarubbi, informou que não é possível falar em política padrão de indenização. “Depende de cada caso e, nos casos tratados até agora, parece que a responsabilidade é individual e particular, cabendo a responsabilidade às pessoas culpadas.” Como não cabe à Igreja deliberar, acrescentou o advogado, a indenização deverá ser determinada pela Justiça.

HORA MUNDIAL (Clique sobre o país ou região)

SEGUIDORES