13 de jun. de 2010
AS NOVAS CÉDULAS QUE SERÃO TROCADAS ATé 2012
17 de mar. de 2010
Mas, afinal, por que Selic é o ‘apelido’ de taxa de juros?
Você sabe mesmo o que significa Selic? A Selic é a taxa de juros que remunera os títulos públicos federais e afeta o custo do crédito para as empresas e os consumidores. Em outras palavras, é a taxa básica de juros do País. Quem define a Selic é o Comitê de Política Monetária do Banco Central (saiba mais sobre o Copom aqui). Talvez o que você ainda não saiba é que a Selic também é um acrônimo.
A palavra vem de Sistema Especial de Liquidação e de Custódia, que é uma forma de registro de débitos e créditos de operações financeiras em um sistema de computador em tempo real. Esse sistema foi criado há mais de 30 anos pela Associação Nacional das Instituições do Mercado Aberto (Andima) e é administrado pelo BC.
Nele é feito o registro, custódia e liquidação financeira das operações realizadas com títulos públicos emitidos pelo Tesouro. São nas operações diárias, de empréstimos entre os bancos - e cujo lastro são os títulos -, que a taxa de juros é definida. Neste caso, os títulos são listados e negociados nesse Sistema, o Selic. Essas operações de empréstimos são lastreadas nos títulos públicos e o risco final, portanto, acaba sendo do governo.
E é por isso que essa taxa dos empréstimos negociados no Selic serve de referência para todas as demais taxas de juros da economia. Tanto que o Copom quando define os juros está, de fato, definindo a meta dos juros. Dentro desse Sistema, eles variam diariamente, sempre muito próximos, claro, à taxa decidida pelo Copom.
Com o tempo, portanto, os economistas batizaram ou apelidaram a taxa básica de juros de Selic. Na verdade, o Selic, o Sistema, emprestou o nome para ela. Para facilitar ou complicar, é comum a turma do mercado financeiro criar apelidos ou acrônimos. Quer lembrar de outros?
Muito recentemente, o economista Jim O’Neill criou o termo Bric para designar os países com forte potencial de crescimento: Brasil, Rússia, Índia e China. Depois foi a vez dos Piigs (designação que faz referência à palavra pig, porco em inglês), criado por analistas internacionais para fazer referência aos problemas financeiros e fiscais enfrentados por Portugal, Irlanda, Itália, Grécia e Espanha (Spain, em inglês).
Por fim, teve até uma outra versão, Stupid. Palavra, aliás, banida em alguns jornais europeus por se tratar de uma expressão ofensiva. O termo designava o grupo que abrange Espanha (Spain), Turquia, Ucrânia, Portugal, Irlanda e Dubai, países também envolvidos em problemas de empréstimos.
3 de fev. de 2010
"SEGUNDA FAMÍLIA" DE CÉDULAS DO REAL (Tire as dúvidas)
População não vai precisar trocar o dinheiro antigo.
As notas antigas valerão menos?
Não, as notas antigas continuarão com o mesmo valor.
As duas notas de maior valor são as que demandam maior proteção contra as tentativas de falsificação.
Quando serão lançadas as demais notas? A previsão é lançar as novas notas de R$ 10 e R$ 20 no primeiro semestre de 2011 e as de R$ 2 e R$ 5 no primeiro semestre de 2012. As datas exatas dos lançamentos serão divulgadas pelo Banco Central do Brasil.
Cédulas terão tamanhos diferentes (Foto: Divulgação/Editoria de Arte)
A nova orientação dos reversos permitiu uma diagramação com maior destaque para elementos de segurança importantes para a população, como a marca d’água, e a inclusão dos elementos novos, sem que se perdesse a referência visual das atuais cédulas.
30 de dez. de 2009
Venda pela internet bate recorde no natal

Varejo on-line movimenta R$ 1,6 bilhão no Natal e quebra recorde em 2009
Alta foi de 28% em relação ao mesmo período no ano passado.
Livros foram os produtos mais procurados, seguido pelos eletrodomésticos.
As vendas do comércio eletrônico brasileiro movimentaram R$ 1,6 bilhão em bens de consumo no período natalino de 2009, uma alta de 28% em relação ao ano anterior, de acordo com números divulgados nesta quarta-feira (30) por uma empresa de pesquisa.
Segundo levantamento realizado no período entre 15 de novembro e 24 de dezembro pela empresa de pesquisa e-bit, as vendas de cerca de R$ 1,6 bilhão representam novo recorde para o varejo on-line do país e um avanço sobre a marca de R$ 1,25 bilhão registrada em 2008. A expectativa da companhia de medição é que a haja expansão maior nos próximos anos.
"Com esse faturamento expressivo, nota-se que o consumidor está mais preparado e programado para comprar pela web, além de estar com a confiança retomada para fazer compras. Para os próximos anos, o crescimento deverá ser ainda maior", afirmou em comunicado Pedro Guasti, diretor geral da e-bit.
O estudo aponta que a categoria mais procurada foi a de livros, seguida pela de eletrodomésticos, segmento ainda impulsionado pela redução de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), e saúde, beleza e medicamentos. Itens de informática e eletrônicos ficaram, respectivamente, na quarta e quinta posições.
O maior dia de vendas foi 16 de dezembro, no qual registraram-se 150 mil encomendas, cerca de 50 % acima do volume de um dia normal.
A pesquisa afirma que a preferência do consumidor cresceu em relação a produtos de alto valor agregado, como bens de informática e eletrodomésticos, contra a dominância de itens mais baratos até poucos anos atrás, como CDs e DVDs.
A e-bit destaca a comparação entre as vendas físicas e on-line. Enquanto o comércio eletrônico apresentou um crescimento de 28% no período do Natal na comparação anual, o varejo físico cresceu 6,8%, afirma a empresa, citando dados da Serasa Experian.
Dados mais recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de outubro passado mostram que o varejo físico brasileiro cresceu 8,4% em relação ao mesmo mês de 2008, ante expectativa do mercado de expansão de 6,5%. Uma pesquisa do IBGE aponta que o número de brasileiros com acesso à internet cresceu 75,3% entre 2005 e 2008, passando a 56,4 milhões de usuários.
1 de set. de 2009
ENTENDA A IMPORTÂNCIA DAS RESERVAS DO PETRÓLEO DA CAMADA PRÉ-SAL.
Infográfico mostra origem e localização das reservas de óleo.
Saiba as razões do alto valor do petróleo abaixo da camada de sal.
Do G1, em São Paulo
ENTENDA COMO É FEITA A EXTRAÇÃO DO PETRÓLEO DO PRÉ-SAL
A camada do pré-sal fica a cerca de 300 km da costa brasileira.
Uma broca penetra cerca de 5.000 a 7.000 metros abaixo do nível do mar.
Do G1, em São Paulo
16 de ago. de 2009
O QUE AS CÉDULAS NOS CONTAM!
O Brasil já trocou de moeda oito vezes em pouco mais de 50 anos. É um número excepcional, principalmente se comparado com outros países de economia mais estável, como EUA e Japão, cujas moedas já têm mais de um século. Apesar de terem sido provocadas por crises econômicas e altas taxas inflacionárias, as sucessivas mudanças de unidades monetárias têm um aspecto positivo.
Diferentes pessoas, lugares, animais e cenas históricas representadas nas cédulas de dinheiro refletem como os países se veem – e como eles querem ser vistos pelo resto do mundo. Com a mudança frequente das cédulas, podemos analisar, por meio do dinheiro, as mudanças na economia, na sociedade e na importância de temas como cultura e meio ambiente no Brasil.
O professor de jornalismo da Universidade de Northwestern (EUA) David Standish é autor do livro The Art of Money (“A arte do dinheiro”, sem tradução para o português), no qual analisou notas de dinheiro em mais de 80 países. Além da beleza das ilustrações, levou em conta pessoas representadas (políticos, artistas, militares, gente comum), gravuras, cores, números, acabamento, todos os elementos que refletem o momento por que passa o país. A convite de ÉPOCA, ele analisou as cédulas brasileiras das últimas décadas, e interpretou a história contada pelo dinheiro.
Observação: A cédula de 5.000 cruzeiros, a figura é do Presidente Castelo Branco, e não do Barão de Rio Branco, como aparece no texto.
“Um país coloca em sua moeda o que acha importante ou legal sobre si”, diz Standish. E geralmente isso significa líderes políticos, históricos ou atuais. Duque de Caxias, Barão de Rio Branco, D. Pedro I, D. Pedro II, Princesa Isabel e D. João VI estiveram todos na primeira série de Cruzeiros (1942-67).
Segundo Standish, as mudanças no dinheiro brasileiro acompanharam a evolução da maioria das moedas pelo mundo. Ele afirma que, na década de 1980, houve uma tendência de “democratização das imagens”. “A parte de trás da nota de 200 cruzeiros, de 1981, ilustra mulheres cozinhando, e foge das representações de políticos e lugares famosos; é uma tendência interessante, que mostra gente normal fazendo atividades cotidianas.” Outra semelhança com o que ocorreu pelo mundo foram as notas que exibiam a tecnologia avançada do país, com torres, antenas e até aeroportos internacionais, especialmente nas economias emergentes.
Depois do fim do Cruzeiro, em 10 anos a inflação fez mudar cinco vezes a moeda nacional até conseguir estabilidade no Real. Os efeitos da inflação alteram bastante o aspecto das notas. A começar pelas impressões sobrepostas, que parecem carimbos em cima das notas antigas, reduzindo seu valor drasticamente. “O único motivo para fazer uma impressão sobreposta é economizar dinheiro, porque é mais barato do que criar uma nova série de cédulas”, afirma Standish.
Do alto, à esq., em sentido horário: D. Pedro I, Barão do Rio Branco, Mário de Andrade e Augusto Ruschi - política, cultura e meio ambiente
Em seu livro ele cita o exemplo da Iugoslávia, que, após sua divisão no começo da década de 1990, passou por uma hiperinflação que levou o país a emitir uma nota de 500 bilhões de dinara. O Zimbábue, em 2008, estava em situação ainda pior: chegou a lançar uma nota de 100 trilhões de dólares zimbabuanos (são 14 zeros). Em 1993, o Brasil emitiu uma cédula de 500 mil cruzeiros; e um ano depois criou a de 1 real.
Diferentemente da Iugoslávia e do Zimbábue, o Brasil sempre mudou o nome da moeda a cada reajuste de valores. Standish diz que isso é proposital. “Os países mudam o nome do dinheiro na esperança de que as pessoas esqueçam a inflação que o precedeu”, afirma. O Cruzado, lançado em 1986, foi um desses casos, mas não foi apenas seu nome que tencionava acalmar os ânimos das pessoas. A recente agitação política, depois dos 21 anos de ditadura, pode ter levado o governo a preferir nas novas cédulas alguns personagens que não dividam opiniões, como artistas e cientistas. “As pessoas podem gostar de serem lembradas das artes e da cultura do país, e não apenas de quem os está governando”, diz.
Por essa razão, figuraram nos cruzados Machado de Assis, Villa-Lobos e Candido Portinari. Mesmo no curto período do Cruzado Novo (1989-90), ainda prestou-se homenagem aos poetas Carlos Drummond de Andrade e Cecília Meireles, e inaugurou-se uma nova tendência com o retrato de Augusto Ruschi, considerado o “Patrono da Ecologia” no Brasil, e orquídeas e beija-flores. O que começa a acontecer na moeda mundial é a celebração da natureza. É esse conceito que definiu as atuais imagens do Real, com representações de animais e da vida selvagem. “A África do Sul, há quase 20 anos, trocou as imagens de políticos por de rinocerontes, leões e elefantes, ficou muito bonito. Eu gosto muito das notas atuais brasileiras, principalmente a do mico-leão dourado (R$ 20) e a da tartaruga marinha (R$ 2)”, diz Standish.
“É um progresso vocês terem a mesma unidade monetária há 15 anos”, brinca. Quanto ao fato de não haver nem líder político nem artistas, ele comenta: “Talvez as notas não ilustrem um político ou artista porque sentiu-se que não existe alguém tão presente na vida do brasileiro para quem ele deva olhar todos os dias na nota de dinheiro. Talvez haja uma falta de líderes fortes”.
Standish elegeu a cédula de 500 cruzeiros, de 1980, a mais bonita de todas as que analisou. “Quando eu analiso uma nota, eu levo em conta tanto a beleza visual quanto o que ela está representando. Esses mapas são uma simplificação adorável para mostrar a evolução do país”, afirma. A nota favorita de Standish deixou de circular em 1986 , porque não bastava ela ser bonita para não sair de moda.
16 de abr. de 2009
FMI DIZ QUE BRASIL PODE SOFRER RECESSÃO NESTE ANO

Washington, 16 abr (EFE).- O diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, previu que o Brasil registrará neste ano um crescimento mínimo ou entrará em recessão, uma previsão muito mais pessimista do que a do governo.
"O Brasil provavelmente terá neste ano uma taxa muito, muito baixa de crescimento, ou até negativa", disse Strauss-Kahn após um discurso no Clube Nacional da Imprensa, em Washington.
O FMI divulgará suas previsões oficiais de crescimento em nível mundial na próxima semana.
Em janeiro, o fundo previu que a economia brasileira se expandiria 1,8% neste ano, mas, desde então, reduziu suas previsões de crescimento de forma generalizada.
Há um mês, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), vinculado ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, estimou, que o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceria 2% neste ano, apesar da crise.
O Banco Mundial, por sua parte, espera um crescimento zero, mas não recessão.
Apesar da redução de suas previsões para o país, Strauss-Kahn afirmou que o Brasil está "em uma boa posição" para enfrentar a crise, dado seu considerável volume de reservas, que superam os US$ 200 bilhões, e sua "boa política" econômica.
O Brasil "será menos afetado pela crise do que os Estados Unidos e alguns países europeus", disse Strauss-Kahn.
14 de abr. de 2009
INDÚSTRIA PAULISTA CORTA 66,5 MIL EMPREGOS NO TRIMESTRE

O emprego na indústria do Estado de São Paulo encolheu 2,73% no primeiro trimestre deste ano, o que equivale ao fechamento de 66,5 mil postos de trabalho.
Em março, no entanto, houve queda de apenas 0,2% ante fevereiro, no cálculo com ajuste sazonal, e alta de 0,31% sem ajuste, o que corresponde à abertura de 7.500 vagas.
Os dados foram divulgados nesta terça-feira pela Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo).
As contratações no setor de açúcar e álcool puxaram o emprego na indústria paulista em março. No mês, considerando os dados sem ajuste sazonal, o emprego no setor de açúcar e álcool cresceu 1,11%, enquanto no restante da indústria paulista houve queda de 0,8%.
Dos 22 sindicatos pesquisados para o índice, 16 relataram demissão no mês, cinco apontaram contratação e um verificou estabilidade do emprego.
Entre os setores, o destaque de contratações ficou com "Fabricação de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis", com salto 23,9% em março. No ano, esse ramo registra aumento de 19,9% no nível de emprego.
Industriais continuam pessimistas
Outra pesquisa da Fiesp, o Sensor, indicador antecedente que mede o humor do industrial no mês corrente, caiu para 49,5 pontos na primeira quinzena de abril, ante 50,3 pontos na segunda quinzena de março.
Qualquer número abaixo de 50 indica pessimismo. O indicador havia ultrapassado essa marca no fim de março pela primeira vez desde o aprofundamento da crise global.
O componente de emprego do Sensor teve ligeira queda para 47,7 pontos no início deste mês, ante 47,9 na leitura anterior.
Da Redação UOL
Em São Paulo
6 de abr. de 2009
VOCÊ CONSEGUE IMAGINAR QUANTO SEJA 1 TRILÃO DE DOLARES
Toda essa conversa de "pacote de estímulos" e "salvamentos financeiros..."
1 bilhão de dólares...
100 bilhões de dólares...
800 bilhões de dólares...
1 TRILHÃO de dólares..,
O que isso significa?
Bem, vamos começar com uma nota de $100 dólares. Atualmente, esta é a maior nota em circulação nos E.U.A.Muitas pessoas já viram uma delas, poucos possuem uma no bolso, e é garantia de fazer amigos onde quer que vá.

Um pacote de cem notas de $ 100 dólares é inferior a 1 / 2 polegada de espessura e contém $ 10.000 dólares. Encaixa facilmente no seu bolso e é mais do que suficiente para uma semana ou duas de diversão da pior (ou melhor)espécie.

Acredite ou não, esta pequena pilha abaixo é de US $ 1 milhão de dólares (100 pacotes de $ 10.000). Você poderia colocar esta quantia em um saco de papel de supermercado e passear por aí com ele facilmente.

Enquanto que a merreca de $ 1 milhão parece bem inexpressiva, $ 100 milhões é um pouco mais respeitável. Ele se encaixa perfeitamente em um palete de madeira padrão, veja:

e $ 1 bilhão de dólares...agora parece que estamos chegando a algum lugar...

Em seguida, vamos olhar para um trilhão de dólares. Este número é o que temos ouvido nos últimos meses, nas notícias do mercado financeiro e sobre a crise mundial. O que é um trilhão de dólares? Trata-se de um milhar de bilhões. É o número 1 seguido por 12 zeros.
Está pronto para isto? É bastante surpreendente.

Olha o Homenzinho no cantinho esquerdo!
(E repare que os paletes são pilhas duplas)
Portanto, da próxima vez que você ouvir alguém falar por aí sobre "trilhões de dólares" ... isso é o que eles estão falando. Este é o tamanho da conversa!!!
26 de mar. de 2009
NOVA ALTA LEVA DESEMPREGO A 8,5% EM FEVEREIRO

Nova alta leva desemprego a 8,5% em fevereiro, mostra IBGE. Aceleração foi menor que a registrada entre dezembro e janeiro. População desocupada alcançou 1,9 milhão de pessoas.
A taxa de desemprego no país registrou em fevereiro sua segunda alta consecutiva, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Refletindo a piora da situação econômica mundial, o indicador passou de 8,2% em janeiro para 8,5% no mês passado, na maior taxa desde o último mês de abril.
A aceleração, porém, foi menor que a registrada em janeiro, quando subiu 1,4 ponto percentual. Em fevereiro de 2008, o desemprego havia ficado em 8,7%. A população desocupada alcançou 1,9 milhão de pessoas, 51 mil (2,7%) a mais que o número verificado em janeiro.
Em fevereiro, a população ocupada nas seis regiões metropolitanas pesquisadas reduziu-se em 1,0% frente a janeiro, para 20,9 milhões de pessoas. Na comparação com o mesmo mês de 2008, no entanto, registrou alta de 1,4%.
Os dados do IBGE mostram uma redução no emprego na comparação entre janeiro e fevereiro entre os militares e funcionários públicos estatutários. Nessa categoria, a população ocupada apontou uma redução de 5,5%. Entre os trabalhadores com e sem carteira assinada e os por conta própria, houve estabilidade na mesma base de comparação.
Rendimento
Apesar do corte de vagas, o rendimento médio real habitual dos trabalhadores não teve alteração significativa, recuando 0,1% no mês, para R$ 1.321,30. Frente a fevereiro de 2008, a alta foi de 4,6%.
No mesmo período, o rendimento médio real domiciliar per capita recuou 1,0%, para 835,21. Já a massa de rendimento real efetivo da população ocupada (R$ 27,5 bilhões), estimada pela Pesquisa Mensal de Emprego de fevereiro de 2009 (mês de referência janeiro de 2009), revelou queda em relação a dezembro de 2008 (21,6%) e alta em comparação com de 2008 (6,3%).
Do G1, em São Paulo
19 de mar. de 2009
PERDEU O EMPREGO?COMÉRCIO ASSEGURA O PAGAMENTO DAS COMPRAS

Em meio à crise financeira internacional, na tentativa de fazer com que as pessoas não parem de comprar, empresas de varejo e serviços estão oferecendo seguros a fim de prevenir uma eventual situação de desemprego do consumidor.
No geral, as apólices são oferecidas quando a pessoa compra algum produto ou contrata um serviço e têm o valor diluído na mensalidade da compra. Caso o cliente perca o emprego e ainda não tenha quitado o débito, o seguro cobre, fazendo com que a loja não perca dinheiro e que o consumidor não tenha o nome negativado em cadastros de inadimplentes.
Varejistas
Dentre as principais varejistas do país, duas, Casas Bahia e Ponto Frio, já oferecem o serviço. No primeiro exemplo, o chamado Seguro de Proteção Financeira, produto atrelado a compras feitas no carnê, protege o financiamento do cliente em caso de desemprego involuntário, morte ou perda de renda por afastamento temporário por acidente.
O seguro custa R$ 35,90 e pode ser dividido de acordo com o número de mensalidades da compra efetuada pelo cliente. A apólice garante o pagamento de até seis parcelas do financiamento, no valor limite de R$ 100,00 cada ou, em caso de morte, quita o saldo devedor do carnê de até R$ 1.000,00. A carência para profissionais assalariados com mais de 12 meses de registro em carteira na mesma empresa é de 31 dias, contados a partir da data da compra. Com relação à cobertura por morte, não há carência.
Já o seguro de Quitação Garantida, da rede Ponto Frio, custa R$ 32,00 e, assim como o oferecido pela concorrente, pode ser diluído nas prestações da compra. Para contratá-lo, o cliente precisa ter entre 18 e 65 anos e aquisição no valor mínimo de R$ 70,00. Além disso, o parcelamento da compra deve ser feito entre quatro e 24 vezes.
Com carência de 60 dias para desemprego, as garantias oferecidas pelo seguro do Ponto Frio são para dívidas de até R$ 3 mil, no caso de morte ou invalidez permanente por acidente; e para dívidas de até R$ 1.200,00 para o profissional autônomo que sofrer acidente ou ficar temporariamente incapacitado e para o trabalhador registrado, regido pelo sistema CLT, que perder involuntariamente o emprego.
Compras maiores e serviços
Além das varejistas, este tipo de seguro também está sendo oferecido para compras maiores e serviços. A rede de concessionárias Grand Brasil, por exemplo, está disponibilizando gratuitamente um seguro para quem adquirir automóveis zero quilômetros ou seminovos e, por ventura, perder o emprego.
Trata-se da campanha Compra Segura, na qual a empresa se dispõe a pagar três parcelas do financiamento, caso o cliente fique desempregado após dois meses da compra e tenha carteira assinada por um ano ou mais. "É uma medida que visa oferecer mais tranquilidade aos nossos clientes", afirma a gerente de marketing da concessionária, Cristiane Muller.
Medida parecida adotou a academia Bio Ritmo com o seguro desemprego fitness, cujo benefício é permitir ao usuário, que por ventura perder o emprego, continuar se exercitando mesmo com o pagamento das mensalidades suspenso. A única recomendação é para que a pessoa passe a se exercitar em horários especiais, no geral, na hora do almoço ou no período da tarde.
"Nosso foco é cuidar sempre do nosso cliente. Num momento de insegurança queremos dar segurança; e queremos promover saúde contribuindo para a sociedade num momento agudo como este", declara o CEO da academia, Edgard Corona.
Imóveis
Na hora de decidir alugar uma propriedade a terceiros, os proprietários de imóveis também podem contar com o recebimento do aluguel e o pagamento dos encargos do imóvel, mesmo que o inquilino passe por alguma dificuldade financeira.
O sistema chamado de aluguel garantido é oferecido pela administradora Lello e assegura, aos proprietários de imóveis, todos os pagamentos em até 10 dias após a data de vencimento prevista em contrato. A administradora paga esses valores por 12 meses consecutivos e o serviço dura por todo o período contratual.
Para adquirir o aluguel garantido, o proprietário paga uma taxa diferenciada, desembolsando 5% a mais do valor já pago para a administradora.
12 de mar. de 2009
MICROEMPRESAS DE S.PAULO TEM O PIOR JANEIRO EM 7 ANOS

Microempresas de SP têm pior janeiro em sete anos, aponta Sebrae. Faturamento real caiu 16% sobre o mesmo mês do ano anterior. Aperto da crise financeira e dificuldade de crédito afetam resultado.
As micro e pequenas empresas paulistas registraram queda de 16,5% no faturamento médio real em janeiro de 2009, na comparação com o mesmo mês do ano passado. O resultado foi o pior para um mês de janeiro em sete anos, informou nesta quinta-feira (12) o Sebrae-SP.
As micro e pequenas empresas faturaram, em média, R$ 14,4 mil em janeiro de 2009, contra R$ 17,2 mil do mesmo mês do ano passado. Segundo nota divulgada pelo Sebrae, entre os motivos dessa queda estão o impacto da crise financeira internacional na economia brasileira, a dificuldade de acesso ao crédito e o freio nos investimentos e no consumo.
Setores e regiões
O setor industrial apresentou a maior retração na compração entre 2008 e 2009, de 20,7%. Comércio e serviços registraram quedas de 19,6% e 5,6%, respectivamente. O recuo no faturamento foi maior nas micro e pequenas empresas do ABC, segundo o Sebrae: 21,1%. Já nos estabelecimentos da cidade de São Paulo a queda foi de 18,2%.
Do G1, em São Paulo
4 de mar. de 2009
BOVESPA SOBE 5,31% E DÓLAR CAI PARA R$ 2,37

Bovespa sobe mais de 5% com expectativa de pacote na China. As ações da mineradora Vale tiveram forte alta durante o pregão. Mercados nos EUA e na Europa também têm dia de recuperação.
A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) teve um pregão de euforia nesta quarta-feira (4), com a perspectiva de um novo plano de estímulo econômico na China. Puxado pelas "blue chips" - as grandes empresas que determinam o rumo do mercado -, o principal índice da bolsa nacional, o Ibovespa, teve elevação de 5,31%, aos 38.402 pontos. O giro financeiro foi de R$ 4,7 bilhões.
Entre as principais ações negociadas no Ibovespa, tanto a Petrobras quanto a Vale do Rio Doce apresentavam forte alta. O papel ON da Vale, o mais negociado, terminou com forte alta de 10,18%, aos R$ 32,70, enquanto a ação ON da Petrobras teve valorização de6,62%, para R$ 32,52.
Do G1, em São Paulo
28 de fev. de 2009
VOLKSWAGEM ANUNCIA CORTE DE TRABALHADORES TEMPORÁRIOS NO MUNDO

Volkswagen anuncia corte de todos os trabalhadores temporários no mundo
No final de 2008, empresa tinha 16.500 funcionários temporários.
No Brasil, em janeiro, Volks dispensou 150 temporários.
Do G1, em São Paulo, com agências internacionais
Linha de montagem do VW Phanteom em Dresden, na Alemanha (Foto: Matthias Rietschel/AP)A montadora alemã Volkswagen vai cortar durante o ano de 2009 todos os empregos temporários, que eram de 16.500 no mundo no final de 2008, anunciou o presidente mundial da empresa, Martin Winterkorn, em entrevista à revista alemã "Der Spiegel", divulgada neste sábado (28).
Em 2009, "não empregaremos nenhum funcionário temporário. É horrível para os afetados, mas não há outra solução", disse o presidente da empresa.
O G1 procurou a assessoria de imprensa da Volkswagen para saber os impactos da demissão de temporários no Brasil, mas as informações só poderão ser passadas na segunda-feira porque não há expediente administrativo na montadora no fim-de-semana.
Em janeiro, Volkswagen dispensou 150 dos 800 temporários da unidade de Taubaté (SP). Outros 450 temporários foram efetivados e 200 contratos temporários acabaram renovados.
Funcionários da Volks aderem a programa de demissão voluntária
Somente na unidade de Taubaté, a empresa tem outros 600 empregados contratados por prazo determinado, com vencimento do contrato nos meses de setembro e novembro de 2009.
De acordo com a assessoria de imprensa, a empresa avalia todos os meses a necessidade do aumento de produção, mas até o momento ainda não teve paradas de fabricação.
Na quinta-feira (26), a General Motors do Brasil começou a dispensar 1.633 empregados com contrato temporário de trabalho da unidade de São Caetano do Sul (SP) e colocou em licença remunerada 900 trabalhadores por 30 dias.
A Volkswagen vinha evitando, em nível mundial, fazer previsões sobre a redução dos temporários, mas há pouco tempo o diretor financeiro da empresa, Hans Dieter Pitsch, avisou que "teria de se desfazer da maioria se a conjuntura não melhorasse".
Na Alemanha, a Volks empregava no fim de 2008 cerca de 4.500 temporários. Muitas das demais vagas estão no leste da Europa ou no Brasil.
Empregados fixos
Na entrevista à "Der Spiegel", Martin Winterkorn garantiu que os empregos do pessoal fixo da Volkswagen não estão, em compensação, ameaçados por enquanto. "Ninguém aqui ainda está pensando em demissões ou algo parecido", declarou.
"Com a carga horária de trabalho reduzida, conseguimos não fabricar estoques de carros. E temos uma semana de trabalho de 35 horas que podemos reduzir a 28 horas. Podemos também limitar a produção e garantir a manutenção do pessoal fixo. Para este ano, não vejo nenhum problema", acrescentou Martin Winterkorn.
A VW emprega no total aproximadamente 330.000 pessoas no mundo
Do G1, em São Paulo, com agências internacionais
27 de fev. de 2009
GM AFASTA 900 FUNCIONÁRIOS EM LICENÇA REMUNERADA EM S.PAULO

A General Motors afastou, a partir desta quinta-feira, 900 funcionários da área de produção (300 da unidade de São Caetano do Sul e 600 de São José dos Campos) em licença remunerada de um mês. A empresa já concedeu vários períodos de férias coletivas nas duas fábricas e eliminou funcionários temporários.
O sindicato da categoria em São Caetano, organizou uma passeata nesta quinta-feira na cidade contra possíveis demissões na fábrica da GM.
Em janeiro, a montadora foi a primeira a realizar um grande corte desde o agravamento da crise no Brasil quando demitiu 744 funcionários temporários de sua fábrica de São José dos Campos.
Uma semana depois, para "adequar os seus níveis de produção com a demanda prevista", a empresa anunciou afastamento de 1.633 empregados temporários da fábrica de São Caetano até o vencimento de seus contratos. A empresa afirmou na época que honraria o pagamento dos salários pelo tempo determinado nos contratos, mas não detalhou qual é o prazo.
25 de fev. de 2009
EM TEMPO DE CRISE SAIBA COMO CONTROLAR O DINHEIRO

As dicas
Para evitar o descontrole, o especialista elaborou 10 dicas:
Gaste menos do que você ganha - conheça o seu salário e planeje-se, para gastar um valor menor do que o que você recebe;
Corte os gastos supérfluos, como o uso exagerado do celular;
Tenha um controle mensal dos seus gastos - elabore uma lista com todas as suas despesas;
Dedique um tempo para planejamento financeiro - reserve um período na sua agenda para se organizar financeiramente;
Faça uma lista de compras antes de ir ao supermercado, a feiras e shoppings - com isso, você evita gastos extras e desnecessários;
Tenha um bom controle das compras com cartão de crédito;
Evite o uso do cheque especial, uma vez que suas taxas são elevadas;
Prefira o pagamento à vista - assim, o salário dos outros meses não fica comprometido e ainda há a possibilidade de descontos com essa opção de pagamento;
Adote o consumo consciente na sua casa! - diminua o tempo dos banhos, ensaboe a louça com a torneira desligada, apague a luz dos cômodos, nos quais não há ninguém, etc;
Antes de aderir a um financiamento, calcule as taxas de juros - dessa forma, você será capaz de discernir se é um bom negócio ou não;
Samuel Marques
INADIMPLÊNCIA SOBE E BANCOS RETOMAM 100 MIL VEÍCULOS

Os bancos brasileiros têm em conjunto um estoque de pelo menos 100 mil carros recuperados de clientes inadimplentes, o equivalente à metade das vendas mensais de veículos novos no país, para desovar no mercado de autos usados, revela reportagem de Toni Sciarretta na Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal)
Esse estoque é mais um motivo de pressão no segmento de usados, que vive queda sem precedente nos preços e cuja falta de liquidez trava as ações para retomar a venda de carros novos. Se todos esses carros voltassem ao mercado, somariam até R$ 3,506 bilhões.
Os principais bancos que financiam veículos relatam que o volume de recuperação cresceu de 20% a 30% no início do ano em relação ao que acontecia até setembro. O alto número de recuperações de carros é culpa da alta da inadimplência, que atingiu a média de 4,3% em dezembro, o maior nível desde 2002, segundo o Banco Central.
Para a Fenabrave (associação das concessionárias), o volume de carros retomados representa pouco mais de 1% dos 9 milhões de veículos alienados no país. Na conta dos bancos, de cada 4 financiamentos inadimplentes, apenas 1 termina com a retomada.
20 de fev. de 2009
MAROLA ATINGE A EMBRAER
Fabricante de aeronaves anunciou corte de mais de 4 mil vagas.
Empresa diz que impacto da crise é forte sobre o setor aéreo.
Do G1, com informações do Bom Dia Brasil
A decisão da fabricante de aeronaves brasileira Embraer, de demitir 20% de seu quadro de funcionários – o equivalente a mais de 4 mil postos de trabalho – não foi bem recebida por trabalhadores e sindicalistas. Desde a quinta-feira, a empresa tem sido alvo de protestos.
As demissões começaram na tarde de quinta-feira (19) e atingiram empregados das unidades do Brasil, Estados Unidos, França e Cingapura. O setor mais atingido foi o da mão de obra da produção, que, segundo a empresa, teve uma queda de 30% desde o início da crise.
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Em uma carta aos empregados, a Embraer informou que depende das exportações, que hoje representam mais de 90% das vendas, e que sofreu impacto por um grande volume de adiamentos de entrega de aviões, muitos deles por mais de dois anos.
Ainda na noite de quinta-feira, representantes do Sindicato dos Metalúrgicos bloquearam a avenida que dá acesso à fábrica e impediram a entrada dos funcionários do terceiro turno. Muitos furaram o bloqueio. Houve início de tumulto entre sindicalistas e trabalhadores.
O sindicato pretende iniciar uma paralisação em protesto contra as demissões. Para esta sexta-feira, está prevista uma série de reuniões para tentar reverter a decisão da empresa.
“Queremos cobrar, porque nós não vamos aceitar essas demissões. Nós achamos que o governo tem que intervir. Faz uma Medida Provisória. Faz o que ele quiser, mas não deixa demitir os trabalhadores”, diz o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos, Adilson dos Santos.
Na manhã desta sexta, os funcionários da Embraer fizeram um novo protesto. A situação já está tranquila, mas sindicalistas fizeram manifestações que começaram por volta das 5h30. Os manifestantes pararam os ônibus que levavam os funcionários do primeiro turno, a um quilômetro da empresa, e fizeram com que eles seguissem a pé. A entrada foi atrasada em cerca de meia hora.
A polícia também chegou cedo. O policiamento foi reforçado para impedir que os manifestantes fechassem novamente as regiões de acesso a Embraer e também para garantir a entrada dos trabalhadores que queriam entrar na empresa.
Em outro comunicado, para a imprensa, as estimativas para 2009 foram revistas. A Embraer espera entregar 242 das 270 aeronaves previstas inicialmente.
Presidente
Também na quinta-feira, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se encontrou com o presidente da Central Única dos Trabalhadores, Artur Henrique, para falar sobre as demissões.
A direção do Sindicato dos Metalúrgicos aguarda para esta sexta um pronunciamento do presidente Lula e da direção do BNDES, que financiou boa parte das exportações da Embraer, sobre as demissões. O prefeito da cidade de São José dos Campos, onde fica a empresa, também pediu uma reunião com a direção da Embraer.
Histórico
A última demissão em massa na fábrica foi em 2001, depois dos atentados terroristas nos Estados Unidos, que afetaram o setor da aviação. Depois disso, a Embraer se recuperou, voltou a contratar e chegou a dobrar o número de funcionários. No ano passado, bateu o recorde de vendas e entregou mais de 200 jatos em todo o mundo.
SUBSIDIÁRIA DA GM PEDE CONCORDATA NA SUÉCIA

Montadora Saab pede concordata na Suécia
Marca de carros de luxo é subsidiária da General Motors.
Com o pedido, fabricante terá três meses para se reorganizar.
A montadora Saab, filial da General Motors (GM) na Suécia, pediu para se reorganizar dentro dos parâmetros judiciais na tentativa de evitar a falência, anunciaram nesta sexta-feira (20) a Saab e a GM.
"Fizemos o pedido hoje (sexta-feira)", disse à AFP a porta-voz da Saab, Margareta Hagstrom, acrescentando que a Saab espera que o tribunal divulgue sua decisão ainda na tarde desta sexta-feira (20).
A GM acaba de anunciar que a Saab pode se declarar em quebra a partir deste mês, a menos que receba uma ajuda do governo sueco, que este último já havia negado.
Em um comunicado separado, a GM indicou que a decisão era destinada a criar uma entidade comercial completamente independente que seria viável e capaz de atrair investidores.
A declaração de insolvência (concordata) é um procedimento legal na Suécia conduzido por um administrador independente designado por um tribunal que trabalhará estreitamente com a equipe diretora da montadora.
"Dentro deste procedimento, a Saab apresentará sua proposta de reorganização, que incluirá o reagrupamento das atividades de criação, de engenharia e de fabricação na Suécia", acrescentou a GM.
"Se o tribunal de instância aprovar a reestruturação, ela será feita num prazo de três meses e precisará de um financiamento independente", acrescentou a GM.
"Os financiamentos deverão ser tanto públicos como privados", continuou.
Do G1, em São Paulo, com informações da France Presse
