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11 de jan. de 2016

Satélite da Nasa captura imagens da Terra à noite

Sensores são capazes de detectar as luzes das cidades, queimadas florestais e até barcos em alto-mar 

mapa



O mapa foi montado a partir de imagens coletadas pelo satélite em abril e outubro de 2012 ((NASA Earth Observatory/NOAA NGDC)/VEJA) 

Cientistas da Nasa divulgaram nesta quarta-feira imagens inéditas do planeta Terra visto à noite. Elas foram coletadas por um novo satélite lançado pela agência espacial em parceria com a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA, na sigla em inglês) dos Estados Unidos. A partir da montagem, é possível ver com o mais alto grau de detalhe o brilho das cidades, queimadas em florestas, poços de petróleo no Oriente Médio e até mesmo barcos em alto-mar. Muitos satélites são equipados para observar a Terra durante o dia, quando eles podem analisar o planeta completamente iluminado pelo Sol. Com os equipamentos do satélite Suomi NPP, lançado ano passado, os pesquisadores podem fazer muitas das mesmas observações também à noite. Esse tipo de imagem noturna pode ajudar os pesquisadores com dados sobre eventos pouco estudados, como a formação de tempestades e outros eventos meteorológicos. "Nós temos diversas razões para observar a Terra de dia e à noite. Ao contrário dos humanos, a Terra nunca dorme", diz Steve Miller, pesquisador do NOAA. Imagens noturnas - Ao contrário das câmeras normais, que capturam as imagens a partir de uma única exposição, essas imagens são produzidas a partir de diversas medições da superfície terrestre. Foram necessárias 312 órbitas do satélite e 2,5 terabytes de informações para produzir as imagens e vídeos. Ao coletar todos os dados, um programa teve de analisar os milhões de pixels das imagens e rever a quantidade de luz em cada um deles. "É como possuir três câmeras operando simultaneamente e escolher as melhores imagens de cada", diz Miller. Com a tecnologia, os pesquisadores conseguem capturar imagens dos continentes e oceanos na superfície terrestre mesmo em noites sem luar. "A noite não é tão escura quanto costumamos pensar. Na verdade, a Terra nunca fica escura de verdade. E, com o novo satélite, nós também não precisaremos mais ficar no escuro a respeito do que acontece à noite," afirma o pesquisador.

 Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/satelite-da-nasa-captura-imagens-da-terra-a-noite

19 de mar. de 2015

ECLIPSE TOTAL DO SOL




ECLIPSE TOTAL DO SOL
On friday (20/3), a few places in the world will be able to admire the event in its entirety. But the most curious is that two other astronomical events are scheduled for the same date: the autumnal equinox, the time of year when fday and night have the same amount of hours, and the lunar perigee, the point where the orbit moon is closest to the earth's surface, causing the supermoond calls. Fonte : revistagalileu.globo.com

Nesta sexta-feira (20/3), alguns poucos lugares do mundo vão poder admirar o evento em sua totalidade. Mas o mais curioso é que outros dois acontecimentos astronômicos estão marcados para a mesma data: o equinócio de outono, momento do ano em que o dia e a noite têm a mesma quantidade de horas, e o perigeu lunar, ponto em que a órbita da Lua está mais próxima da superfície terrestre, causando as chamadas superluas.

12 de jun. de 2012

Astronauta registra imagens impressionantes do espaço


por Redação Galileu

Editora Globo
Astronauta faz imagens do espaço e explica as técnicas de fotografia// Créditos: Don Pettit
O astronauta Don Pettit tirou fotos impressionantes do espaço. As imagens foram produzidas a aproximadamente 386 km da Terra e com uma longa exposição. Ele explica como conseguiu o efeito que você pode ver abaixo. “Minhas imagens são feitas com um tempo de exposição de 10 a 15 minutos. No entanto, com as câmeras digitais modernas, o tempo máximo de exposição é de 30 segundos devido ao ruído que o detector eletrônico causa na imagem. Para conseguir as exposições mais longas eu faço o que muitos astrônomos fazem: tiro múltiplas fotos com 30 segundos de exposição e depois as junto usando um software de imagens que produz o efeito de longa exposição.”
A coleção tem o nome “Trilha Estelar”. 
Editora Globo
Créditos: Don Pettit

Editora Globo
Créditos: Don Pettit

Editora Globo
Créditos: Don Pettit

Editora Globo
Créditos: Don Pettit

Editora Globo
Créditos: Don Pettit
Via Slate 

6 de jan. de 2012

As mulheres são um mistério completo, declara Stephen Hawking

Stephen Hawking
(Getty Images)

Uma das mentes mais brilhantes da ciência, o físico completa 70 anos no domingo e continua trabalhando incansavelmente, apesar da agressiva doença neurodegenerativa contra a qual luta desde os 21 anos
O físito teórico Stephen Hawking, autor de vários livros como 'O Universo Numa Casca de Noz': um dos grandes da ciência, ao lado de Einstein e Newton.
Considerado um dos principais cientistas das últimas décadas, o físico britânico Stephen Hawking deu importantíssimas contribuições para a ciência. Escreveu livros sobre temas fundamentais, como a origem do universo, que se tornaram best-sellers e ajudaram a divulgar o conhecimento científico entre os leigos. Um mistério, porém, escapa à compreensão do cientista. Ele confessou que as mulheres são o enigma que ainda não conseguiu desvendar. "São um mistério completo", declarou à revista New Scientist. Hawking foi casado duas vezes e tem três filhos.
Hawking, ele próprio, é um mistério para a medicina. Aos 21 anos, foi diagnosticado com uma agressiva doença neurodegenerativa. À época, os médicos lhe deram poucos anos de vida. Agora, quase 50 anos depois, Hawking está pronto para celebrar 70 anos, no domingo (8), desafiando todas as adversidades.
Paralisado, obrigado a utilizar uma cadeira de rodas e a falar por meio de um computador, Hawking continua trabalhando incansavelmente. "As pessoas diagnosticadas com esta doença, uma forma atípica de esclerose lateral amiotrófica, morrem em média 14 meses após o diagnóstico. Obviamente, Stephen Hawking é excepcional pela quantidade de tempo que vive com ela", afirma Elaine Gallagher, da Associação de Doenças Neurodegenerativas.
O próprio astrofísico atribui sua notoriedade à doença, que abalou progressivamente suas funções motoras. "As pessoas são fascinadas pelo contraste entre minhas capacidades físicas extremamente limitadas e a imensidade do universo de que trato", explica com modéstia e humor em seu site o autor de Uma Breve História do Tempo (1988), um livro de divulgação científica que vendeu milhões de exemplares em todo o mundo.
A fama do cientista é tamanha que inclui participações especiais em séries de TV como Star Trek e Os Simpsons, no qual em uma discussão de bar ameaça roubar de Homer Simpson a curiosa tese sobre o universo na forma de rosquinha.

Para o astrônomo Martin Rees, que o conheceu quando ambos cursavam doutorados na Universidade de Cambridge, Hawking "se tornou possivelmente o cientista mais famoso do mundo, aclamado por suas pesquisas brilhantes, por seus livros best-sellers e, acima de tudo, por seu assombroso triunfo ante a adversidade".

Ele destaca, no entanto, que o sucesso entre o grande público não deve ofuscar as importantes contribuições de Hawking ao mundo da ciência pura, em particular nas áreas dos buracos negros, relatividade e gravidade.

"Indubitavelmente ele fez mais que qualquer um desde Albert Einstein para melhorar nosso conhecimento sobre a gravidade", declarou Rees, ex-presidente da Royal Society, uma das instituições científicas mais antigas e prestigiosas do mundo, na qual Hawking foi admitido em 1974, com apenas 32 anos.

"Seu grande 'momento eureca', em 1974, revelou um profundo e inesperado vínculo entre a gravidade e a teoria quântica", completou.

Ingressos esgotados — Para o dia em que completa 70 anos, o Centro de Cosmologia Teórica da Universidade de Cambridge, dirigido por Hawking, organizou um evento público para o qual os ingressos estão esgotados há semanas.

O simpósio sobre "O Estado do Universo" será precedido por uma conferência na qual cientistas de prestígio mundial examinarão a atual situação em tópicos como buracos negros, cosmologia e física fundamental, áreas abordadas nos trabalhos de Hawking.

O Museu da Ciência de Londres também organizou para a ocasião uma mostra de fotografias que celebram a vida e a obra do astrofísico, que o público poderá visitar a partir de 20 de janeiro.
Fonte: Revista Veja

24 de jul. de 2011

Moradores contam ter visto suposto OVNI em São Paulo



Imagens do ocorrido em Embu, na Grande SP, foram para internet.
Aeronáutica e PM não registraram caso de óvni na região no sábado.

Do G1 SP
Moradores relataram ter visto um objeto voador não identificado (óvni) entre a noite de sábado (23) e a madrugada deste domingo (24) em Embu, na Grande São Paulo. Alguns deles gravaram o objeto e postaram as imagens no site Youtube.
As cenas na internet mostram luzes girando em torno de uma outra luz ao centro. Procuradas na manhã , as assessorias de imprensa da Aeronáutica, em Brasília (DF), e da Polícia Militar, em São Paulo, informaram que não registraram nenhuma ocorrência envolvendo óvni em Embu entre sábado e domingo.
“A terra há de me comer se eu estiver mentindo, mas eu vi um objeto em forma de disco com várias luzes piscando. Girava em torno do próprio eixo. Com luzes meio amareladas e uma luz azul bem forte piscando ao centro”, disse Cringer Ferreira Prota, neste domingo, por telefone ao G1. "Não sei o que era, mas não era balão. Pode ser que tenha sido um satélite americano, russo ou brasileiro".
Cringer afirmou ser policial militar em Embu, mas disse não ter procurado a PM para comentar o assunto. Segundo a testemunha, ele e outras 30 pessoas viram o suposto óvni próximo a um cemitério, no bairro Santa Tereza, em Embu. "Eu não filmei, mas muitas pessoas filmaram. Era bem grande, do tamanho de uma avião boeing. O que me chamou a atenção é que ficava estático".

12 de abr. de 2011

Há 50 anos, homem chegava ao espaço pela primeira vez



Durante 108 minutos, Yuri Gagarin deu uma volta na Terra e retornou.
Cápsula Vostok 1 tinha apenas 2,3 m de diâmetro.

Do G1, em São Paulo
Gagarin 1 (Foto: alldayru.com / via ESA)O astronauta Yuri Gagarin, primeiro homem a alcançar o espaço, em 1961. (Foto: alldayru.com / via ESA)
Na manhã de 12 de abril de 1961, o soviético Alekseyevich fez um café-da-manhã inédito. Flutuando a 327 km acima da superfície terrestre, o homem de apenas 27 anos comeu e bebeu dentro de uma bola de apenas 2,3 m. Ficou conhecido para a posteridade como Yuri Gagarin e seu desjejum matinal foi apenas um feito dentro de outro maior: o primeiro voo de um humano no espaço.
Foi a segunda refeição do dia para o piloto da força aérea da extinta URSS. Horas antes, na companhia do seu substituto imediato German Titov, o cosmonauta já havia recebido “comida do espaço” para se acostumar à rotina durante a missão.
Gagarin foi o escolhido entre mais de 3,5 mil aspirantes à missão, após intensos testes de resistência física e psicológica. Somente seis homens foram selecionados como possíveis candidatos à primeira aventura do homem no espaço. A decisão sobre quem iria estar a bordo da nave redonda Vostok 1 foi comunicada ao grupo apenas quatro dias antes da missão.
À época, a extinta União Soviética e os Estados Unidos travavam uma batalha silenciosa para saber qual nação levaria o primeiro ser humano à Lua. Os norte-americanos venceram a disputa em 1969, com o “pisão” inaugural de Neil Armstrong no satélite natural da Terra, mas nos oito anos anteriores, os soviéticos sempre estiveram à frente - inclusive no lançamento do primeiro satélite artificial, o Sputnik, em 1957.
Os Estados Unidos só levariam o primeiro homem ao espaço alguns meses mais tarde, durante a viagem de Alan Shepard no voo da Freedom 7, em 5 de maio de 1961. Porém somente em 7 de fevereiro de 1962, durante a missão Friendship, com John Glenn, o país teve seu primeiro astronauta completando uma volta inteira ao redor do planeta. Ambos os feitos fizeram parte do Projeto Mercury, da agência espacial norte-americana (Nasa).
‘Poyekhali’
O voo de Gagarin começou às 09h07 no horário de Moscou, com o lançamento da cápsula Vostok 1 com o foguete R-7. Antes de decolar, o cosmonauta gritou “Poyekhali!” (“Vamos nessa!", em tradução livre).
A nave partiu das instalações do então secreto Cosmódromo de Baikonur, conhecido à época também como Tyuratam, localizado atualmente nas estepes do Cazaquistão – uma das ex-repúblicas soviéticas.
Onze minutos após a decolagem, o combustível do foguete acabou, a cápsula redonda Vostok foi liberada e a humanidade entrava em órbita pela primeira vez.
Gagarin 4 (Foto: Nasa)Yuri Gagarin ao ser transportado para o lançamento da Vostok 1, na manhã de 12 de abril de 1961. Ao fundo da imagem está German Titov, piloto reserva da missão, que foi ao espaço na missão Vostok 2. (Foto: Nasa)
Para girar ao redor do planeta, a Vostok precisou alcançar uma velocidade média de 28 mil km/h. Gagarin não chegou a controlar a nave, ainda que os controles para uma operação manual da Vostok 1 estivessem disponíveis ao piloto soviético.
Durante os 108 minutos de duração da missão, Gagarin deu uma volta inteira em torno da Terra. Os relatos do cosmonauta narram a sensação de estar sob o efeito de uma gravidade menor, além de uma preocupação constante sobre os dados do voo – ao solicitá-los à equipe responsável na Terra.
O cosmonauta retornou ao solo terrestre às 10h55 em uma área de plantação em Smelovka, na província de Saratov, a 300 km de onde deveria ter pousado. De volta ao planeta, Gagarin recebeu seu terceiro café-da-manhã naquele dia: leite e pão de Anna Takhtarova, uma avó espantada com a figura de um homem vestido em trajes laranjas e com um capacete, vindo do espaço.
Vostok 1a (Foto: ESA)A cápsula Vostok 1, com apenas 2,3 m de diâmetro,
após aterrissar de volta na Terra. (Foto: ESA)
Legado
Gagarin virou um herói soviético após retornar ao planeta que ele reconheceu como “azul”. Foi poupado de outras missões pelo medo de um acidente encerrar a vida de um dos principais ícones soviéticos durante a Guerra Fria.
Ironicamente, o temor se justificou em 28 de maio de 1968, quando em um acidente ainda envolto em mistério, Gagarin morreu durante testes em um avião MiG.
Após a tragédia, uma cratera na Lua e um asteroide foram nomeados em homenagem ao cosmonauta.
Depois de Gagarin, mais de 400 pessoas – de 30 países diferentes – já estiveram no espaço. A maior distância já percorrida por humanos foi pouco maior que 400 mil quilômetros, durante a quase fatal missão Apollo 13, da Nasa.

19 de mar. de 2011

Super Lua aparecerá no céu neste sábado




Tania Valeria Gomes, estadão.com.br
SÃO PAULO - Neste sábado, 19, a Lua poderá parecer maior para quem se propor a observá-la com cuidado. Isso porque a Lua estará passando pelo ponto mais próximo da sua órbita ao redor da Terra, chamado perigeu. O período de lua cheia contribui para que ela pareça 14% maior.
science.nasa.gov
science.nasa.gov
Tamanho da lua aumenta cerca de 14%
"Desta vez está coincidindo dela estar no ponto mais próximo à Terra e a fase de Lua cheia e é isto que a torna a maior lua cheia dos últimos tempos", explica Paulo S. Bretones, professor da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).
Além do tamanho, ela será 30% mais brilhante do que as luas que aparecem no apogeu, o ponto mais distante de sua órbita. De acordo com cientistas da Nasa, a lua fica cerca de 50 mil km mais próxima da Terra, mas ainda a uma distância de cerca de 356.577 km. A última vez que houve uma combinação de fatores do tipo foi em 1993.
Mas a observação a olho nu pode dar a impressão errada de que o fenômeno não ocorreu. "Rigorosamente, a olho nu, não dá para perceber esta diferença", avisa Bretones.
Um macete revelado por Geoff Chester, do Observatório Naval dos Estados Unidos, e publicado no site da Nasa, é olhar para a Lua quando ela estiver próxima à linha do horizonte, isso porque vai ficar mais fácil perceber alguma diferença se o observador compará-la com árvores ou prédios próximos. 

13 de ago. de 2010

Mundo assiste a chuva de meteoros



Chuva de meteoros Perseidas 1
O céu de Grazalema, Espanha (AFP)
Várias partes do mundo puderam presenciar um belo fenômeno no céu na madrugada desta sexta-feira.
A chuva de meteoros Perseidas acontece anualmente, há mais de dois mil anos, sempre no mês de agosto.
Os países do Hemisfério Norte foram favorecidos por uma melhor visibilidade do fenômeno, o que no Brasil aconteceu apenas nas regiões norte e nordeste.
EFE
Chuva de meteoros Perseidas 2
Fenômeno pôde ser visto também na Macedônia

25 de mai. de 2010

Estação espacial internacional registra ciclone sobre o Atlântico



Tripulante Soichi Noguchi não deu detalhes de localização da tempestade.
Ônibus espacial Atlantis pousa amanhã, após missão no complexo orbital.

Do G1, em São Paulo
Foto do engenheiro de voo Soichi Noguchi, tripulante da estação espacial internacional (ISS), mostra ciclone sobre o Oceano Atlântico. O ônibus espacial Atlantis, que até domingo cumpriu missão de manutenção da ISS, pousa quarta-feira (26) de manhã.Foto do engenheiro de voo Soichi Noguchi, tripulante da estação espacial internacional (ISS), mostra ciclone sobre o Oceano Atlântico. O ônibus espacial Atlantis, que até domingo cumpriu missão de manutenção da ISS, pousa quarta-feira (26) de manhã. (Foto: Soichi Noguchi / ISS - 25-05-2010)

18 de mar. de 2010

Astronauta exibe pelo Twitter foto do encontro dos rios Negro e Solimões



Soichi Noguchi postou fotos do monte Saint-Michel, na França, e de vulcão ativo no Japão

18 de março de 2010 | 14h 01
Encontro dos rios Negro e Solimões, próximo de Manaus (Foto: Soichi Noguchi/Jaxa)
Uma imagem do encontro dos rios Negro e Solimões, no Amazonas, foi postada no Twitterpelo astronautra japonês Soichi Noguchi, que está em missão na Estação Espacial Internacional (ISS na sigla em inglês).
Monte Saint-Michel, localizado no sudoeste da França (Foto: Soichi Noguchi/Jaxa)
Noguchi, integrante da Jaxa (agência espacial japonesa), ganhou notoriedade na internet por postar no Twitter imagens de diversos pontos do mundo tiradas da ISS, que orbita em volta da Terra.
Vulcão Sakurajima, ativo no Japão desde 1914 (Foto: Soichi Noguchi/Jaxa)

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