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11 de dez. de 2010

Túmulo de soldado chamado Harry Potter atrai turistas para cidade israelense


Túmulo de soldado chamado Harry Potter atrai turistas para cidade israelense

O túmulo de um soldado britânico chamado Harry Potter se transformou no principal ponto turístico de Ramla, pequena cidade israelense. A vida do militar britânico foi bem diferente da jornada mágica do adolescente inventado pela escritora J.K. Rowling. O Harry Potter militar morreu em 1939 no campo de batalha, ao 19 anos de idade. Mesmo assim, seu túmulo tem atraído tantas pessoas que a prefeitura colocou o cemitério como atração turística no site oficial da cidade.

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Por Onde Anda o Elenco de Laredo? Você se lembra?



Neville Brand (E), William Smith, Phillip Carey e Peter Brown em "Laredo" (Foto NBC/Arquivo)
A série de faroeste foi produzida pela Universal entre 1965 e 1967, exibida pela rede NBC. No Brasil, passou pelo canal da Record. “Laredo” surgiu do episódio “We’ve Lost a Train”, de “O Homem de Virgínia”, produzido com a intenção de ser o piloto da nova série, introduzindo os personagens e a situação para o público. Com roteiro assinado por Borden Chase, o episódio de 90 minutos de duração foi lançado em 1969 nos cinemas, com o título de “Bactrack!”. A série também teve três episódios compilados e transformados em filme, lançado com o título “Three Guns for Texas”, em 1968.
Em uma época na qual os faroestes ainda faziam parte da programação televisiva, tal qual as séries policiais ou médicas, “Laredo” trouxe uma abordagem essencialmente cômica. A história acompanhava a rotina de três patrulheiros do oeste, conhecidos como Texas Rangers, que trabalhavam na cidade de Laredo, Texas, sob as ordens do Capitão Parmalee (Phillip Carey).
A Companhia B era formada por Reese Bennet (Neville Brand), Chad Cooper (Peter Brown) e Joe Riley (William Smith), que passavam mais tempo arranjando encrenca que correndo atrás de bandidos. Disputando mulheres, jogando, bebendo ou provocando brigas, os patrulheiros passavam por situações que, invariavelmente, os levavam a ser repreendidos. Reese, o mais velho do grupo e mais experiente, era normalmente utilizado pelos outros dois como o ‘bobo da corte’. Na segunda temporada, o grupo acolheu mais um mebro: Eric Hunter (Robert Wolders).
Apesar de bem recebida pela crítica da época, a série teve apenas duas temporadas produzidas, com um total de 56 episódios. Em 2009, a Timeless Media Group lançou a série completa em DVD no mercado americano.
Mas por onde andam seus atores?
Quando entrou para a série o ator Peter Brown já vinha de outra produção de faroeste: “Lawman”, na qual atuou ao lado de John Russell. Seu nome verdadeiro é Pierre de Lappe, nascido em Nova Iorque. Filho de uma atriz de rádio, Peter iniciou sua carreira ainda criança, participando de vários programas infantis.
Após o serviço militar, tentou seguir a carreira de ator, enquanto mantinha seu emprego em um posto de gasolina. Segundo sua biografia oficial, um dos clientes atendido por Peter no posto foi Jack Warner, da Warner Brothers, que lhe ofereceu um teste e, posteriormente, um contrato com o estúdio. Após alguns trabalhos, entre eles a série “Lawman”, Peter assinou um novo contrato, dessa vez com a Universal, que o colocou na série “Laredo”.
Com o fim da série, Peter entrou no circuito de participações especiais. Entre 1991 e 1992, integrou o elenco da novela “The Bold and the Beautiful”. O ator se casou cinco vezes, sendo que teve um filho, Matthew Brown, com sua segunda esposa. Atualmente com 75 anos, o ator participa de eventos e convenções, especialmente aqueles relacionados ao tema de faroeste. Seu trabalho mais recente é o filme western “Hell to Pay”, que o reúne com os atores William Smith e James Drury, de “O Homem de Virgínia”. No elenco também está Lee Majors, de “Big Valley”.
William Smith também era um ator já conhecido na época em que trabalhou em “Laredo”. Tendo iniciado a carreira quando ainda era criança, William chegou aos cinemas em 1942 atuando como figurante em vários filmes, entre eles, “A Canção de Bernadette” e “Gilda”. Após o serviço militar, William retornou à Hollywood onde começou a trabalhar como ator de televisão a partir de 1954. Em 1961, integrou o elenco da série “Asphalt Jungle” e, entre 1962 e 1965, esteve em “Zero One”.
Com o fim de “Laredo”, William entrou no circuito de participações especiais, aparecendo em uma centena de episódios de diversas séries. Em algumas, foi visto em vários episódios, geralmente interpretando personagens diferentes. O ator voltou a integrar o elenco fixo de uma série em 1979, com a última temporada de “Havaí 5-0″, na qual interpretou o detetive James Carew, mais conhecido como Kimo.
Em 1983 voltaria com a série “Emerald Point” e, em 1985, com “Wildside”. Entre 1985 e 1989, teve participações recorrentes em “Tiro Certo/Hunter”. O ator também é conhecido por seu trabalho na primeira minissérie produzida pela TV americana: “Pobre Homem Rico”, e sua sequência.
Atualmente, com 77 anos, William continua na ativa. Seu trabalho mais recente é o video game “Wanted: Weapons of Fate”, no qual emprestou sua voz para um dos personagens. Além de ator, William também é escritor e fotógrafo, tendo publicado o livro “The Poetry Work of William Smith”. O ator pode ser encontrado em sua página no Facebook.
Já Robert Wolders não era um ator conhecido quando entrou no elenco de “Laredo”. Tendo feito algumas participações especiais antes e depois, o ator deixou a carreira por volta de 1975, quando se casou com a atriz Merle Oberon. A diferença de 25 anos de idade que existia entre os dois chamou a atenção da mídia na época. Depois que a atriz morreu em 1979, Robert se tornou companheiro de Audrey Hepburn, com quem viveu até a morte da atriz, em 1993. Em 1994, o ator iniciou uma relação com Leslie Caron, de quem se separou em 1995.
Durante o período em que viveu com Audrey, o ator, de origem holandesa, participou das atividades da atriz na UNICEF. Atualmente com 74 anos, Robert estaria, até recentemente, envolvido com Shirley Fonda, viúva de Henry Fonda.
Os demais atores da série já faleceram. Neville Brand (na foto à esquerda) morreu em 1992, aos 71 anos de idade, vítima de enfisema. Com uma longa carreira televisiva, Neville também é conhecido por interpretar Al Capone em um episódio da série “Os Intocáveis”. O último trabalho do ator no cinema foi com o filme “Evils of the Night”, de 1985. Na TV, foi visto pela última vez em um episódio de “Harper Valley PTA”, em 1982. Casado três vezes, o ator teve duas filhas.
Phillip Carey (na foto à direita) faleceu em 2009, aos 83 anos de idade, vítima de câncer no pulmão, diagnosticado em 2006. O ator foi casado duas vezes e teve cinco filhos. Seu trabalho mais conhecido é a novela “One Life to Live”, da qual se afastou em 2007, em virtude da doença.
Por Fernanda Furquim (Revista Veja)

11 de nov. de 2010

'Senna' por Senna


Documentário que chega nesta sexta-feira aos cinemas traz imagens de arquivos e é narrado pelo próprio piloto, por meio de entrevistas concedidas durante a carreira
Ronaldo Pelli
Estreia nesta sexta-feira (12) um documentário que promete colocar o piloto que virou sinônimo de vitória e de patriotismo no Brasil narrando a sua própria trajetória.
O filme foge do padrão de entrevistas, que parece ter virado uma regra para (quase) todos os documentários que são feitos hoje. Em “Senna”, é o próprio piloto, por meio de uma série de entrevistas concedidas em toda a sua carreira, quem narra os acontecimentos que presenciamos na tela. O diretor teve acesso a mais de cinco mil horas de gravações, incluindo os arquivos multicâmeras do Bernie Ecclestone (diretor comercial da F-1) e filmagens caseiras Super 8 que o Leonardo Senna.
Morto em um inesquecível acidente na curva Tamburello dia 1° de abril de 1994, durante o Grande Prêmio de Fórmula 1 de Ímola, é difícil explicar para quem não acordava cedo aos domingos a importância do piloto – mesmo para quem nem sabe dirigir.

É difícil, mas não impossível. O professor Paulo Scarduelli tentou, na edição de março da “RHBN”. Ele avaliou a repercussão que a morte do ídolo nacional teve em seis diferentes jornais brasileiros. Todos deram grande destaque para o acidente, como é de se supor. O “Jornal do Brasil”, por exemplo, reservou 39% de suas reportagens para falar sobre o piloto. “Folha” e “Estadão” colocaram 14 páginas. “No total, incluindo os anúncios, os seis jornais reservaram 340 páginas para o tema”, escreveu ele. “Cobertura da mídia como aquela, o Brasil só tinha visto até então na morte do presidente Tancredo Neves, em 1985.”

Senna era ídolo, mas não só no Brasil, como, aliás, comprova o documentário, dirigido pelo britânico de ascendência indiana Asif Kapadia, e roteirizado pelo indiano Asif Kapadia.

No longa, além do acidente há momentos memoráveis da carreira de Senna, como a corrida de 1989 no Japão, quando o brasileiro e o seu principal rival, o francês Alain Prost - retratado como uma espécie de arqui-inimigo -, se envolveram num controverso acidente que acabou dando o título daquele ano para o francês. Ou a famosa vitória em 1991 no GP do Brasil, onde Senna, apesar de bicampeão, nunca tinha vencido antes. Seu carro estava com um problema e, ao fim da corrida, só a sexta marcha funcionava. Ficou para a História a imagem dele no pódio, no fim das forças, tentando suspender o troféu de campeão.

5 de out. de 2010

Arnaldo Jabor lança o filme “A Suprema Felicidade”



seg, 04/10/10 por Editor | categoria Entrevistas 
Arnaldo Jabor é uma das vozes mais críticas e mordazes da imprensa e há três anos começou a escrever um roteiro inspirado em lembranças de sua infância e adolescência. Agora, retorna aos cinemas depois de um hiato de vinte e quatro anos com o filme A Suprema Felicidade.
Durante a entrevista, Jabor falou sobre a produção de A Suprema Felicidade, comentou dois trechos do filme e revelou que parou de fazer TV por dois meses para conseguir as filmagens.
No segundo bloco da entrevista, Arnaldo Jabor comentou se hoje em dia nós temos uma verdadeira liberdade de imprensa no Brasil, falou sobre as eleições de 03 de outubro e sobre as campanhas dos c

30 de set. de 2010

Morre aos 85 anos o ator Tony Curtis



O ator americano Tony Curtis morreu em sua casa em Henderson, no estado de Nevada, segundo um porta-voz da família. Ele morreu na cama, por volta da meia-noite, de ataque cardíaco.
Curtis, de 85 anos, foi um dos mais populares atores de Holywood nos anos 1950.
Ele estrelou filmes como "Quanto mais quente melhor" ("Some like it hot", de 1959), em que contracenou com Marilyn Monroe. Dirigido por Billy Wilder, o filme é considerado uma das melhores comédias de Hollywood
Ele também foi um dos maiores "playboys" do mundo do cinema na época.
Curtis teve um papel marcante em "Spartacus", clássico filme de gladiador de 1960.
Ele recebeu uma nomeação ao Oscar por "The Defiant Ones" (Acorrentados", de 1958).
O primeiro papel principal dele foi em "The Prince Who Was a Thief" ("O príncipe ladrão", de 1951), em que foi bastante criticado por fazer um príncipe árabe com um forte sotaque de Nova York.
Apesar das críticas, ele acabou se tornando um ídolo adolescente, graças à sua boa aparência e ao seu charme. Ele acabou ganhando aos poucos o respeito dos críticos.
Ele também teve papéis importantes em filmes como "Houdini" (1953), "Trapeze" ("Trapézio", 1956) e "Operation Petticoat" ("Anáguas à bordo", 1959), "The Boston Strangler" (O homem que odiava as mulheres (1968), "The Vikings" ("Os vikings", 1958) e "The Great Imposter" ("O Grande Impostor", 1961).
Curtis fez mais de 140 filmes, entre comédias e dramas. Sua vida também foi marcada por filmes ruins e problemas com a cocaína e o álcool.
Trajetória
Seu verdadeiro nome era Bernard Schwartz. Ele nasceu em Nova York, em 3 de junho de 1925, filho de imigrantes húngaros pobres.
Ele deixou a escola cedo, para entrar na Marinha na Segunda Guerra Mundial. Começou a atuar depois de dar baixa.
O ator era um namorador incorrigível, que namorou Marilyn Monroe e a Natalie Wood. Ele foi casado seis vezes -a primeira delas com a atriz Janet Leigh, que mais tarde ele admitiu que tinha objetivo publicitário.
Depois de se divorciar, casou com Christine Kaufman, que conheceu ao filmar "Taras Bulba".
Sua última mulher, Jill Vanderberg, era 45 anos mais nova que ele.
Curtis era pai da atriz Jamie Lee Curtis, de quem viveu separado durante boa parte da vida. Ele admitiu que foi uma fracasso como pai.
Depois de parar de atuar, ele começou a se dedicar à pintura. Em 1989, vendeu obras no valor de mais de US$ 1 milhão em uma exposição em Los Angeles, na Califórnia.
Curtis morava em Las Vegas, Nevada. Em 1989, ele lançou um vídeo em que dava dicas de exercícios físicos para pessoas com mais de 50 anos.
Ele também cuidava, com a ajuda de sua mulher Jill, de um santuário para cavalos vítimas de abandono ou abuso, na divisa dos estados da Califórnia e de Nevada.

Veja imagens históricas do ator Tony Curtis



Curtis foi um dos mais populares atores de Holywood nos anos 1950.
Ele morreu em sua casa no estado de Nevada.
1 de 7 fotos

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Tony Curtis e a mulher Janet Leigh são fotografados com as filhas Kelly, de dois anos e meio, e a recém-nascida Jamie Lee, em Hollywood, no ano de 1959
AP

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