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27 de ago. de 2015

ENCONTRADO O TÚMULO DE MONA LISA {LISA GHERARDINI )






Escavações sendo feitas por arqueólogos no altar da Igreja.  


Local: Convento de Santa Úrsula,Florença, Itália.

PERSONAGEM
Lisa Gherardini (Florença, 15 de junho de 1479 - Florença, 1 de julho de 1542 ou 1551) também conhecida como Lisa del Giocondo, Lisa di Antonio Maria (ou Antonmaria) ou Mona Lisa.
SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Lisa nasceu em Florença, na Via Maggio, apesar de por muitos anos os historiadores pensarem que ela havia nascido numa das propriedades rurais da família em Villa Vignamaggio e recebeu o nome de Lisa, uma esposa de seu avô paterno. A mais velha de sete filhos, tinha três irmãs, uma delas chamada Ginevra, e três irmãos, Giovangualberto, Francesco e Noldo. A família viveu primeiro perto da Igreja da Santa Trindade e depois num espaço alugado perto da Basílica do Espírito Santo, mudando-se para onde hoje é conhecido como Via dei Pepi e depois para Santa Croce, um dos seis bairros centrais da cidade, onde viviam perto de Ser Piero Da Vinci, o pai de Leonardo. Eles também possuíam uma pequena casa de campo em Poggio a Caiano, cerca de 32 km ao sul da cidade. Noldo, o avô de Lisa, tinha arrendado uma pequena fazenda do hospital de Santa Maria Nuova e a família passava alguns verões lá, numa casa chamada Ca' di Pesa CASAMENTO
Em 5 de maio de 1495, Lisa casou-se com Francesco di Bartolomeo di Zanobi del Giocondo, um comerciante, tornando-se sua segunda esposa, com a idade de quinze anos. O dote dela foi de 170 florins e a pequena fazenda de San Silvestro, perto da casa de campo da família, sinal de que seus familiares não eram ricos na época e de que o casal uniu-se por amor. A propriedade ficava entre Castellina e San Donato, em Poggio, perto de duas fazendas pertencentes a Michelangelo. Nem pobres nem entre os mais ricos de Florença, o casal vivia uma vida de classe média. O casamento deu a Lisa um status social mais elevado, já que a família do marido tinha mais posses que a dela; por outro lado, imagina-se que Francesco tenha se beneficiado por Lisa ter um nome de família antigo e tradicional. Eles viveram em uma casa de cômodos compartilhados, até que Francesco, em 5 de março de 1503, conseguiu dinheiro para comprar uma casa melhor, vizinha da antiga casa de sua família na Via della Stufa. Leonardo deve tê-la pintado por esta época. O casal teve cinco filhos: Piero, Camilla, Andrea, Giocondo e Marietta, quatro deles entre 1496 e 1507. Lisa também criou Bartolomeo, o filho da primeira mulher de seu marido, que tinha um ano quando a mãe morreu. A madrasta de Lisa, Caterina di Mariotto Rucellai e a primeira mulher de Francesco, Camilla, eram irmãs e membros da proeminente e tradicional família Rucellai. Camila e Marietta tornaram-se freiras e Camila adotou o nome de irmã Beatrice, morrendo com apenas dezoito anos e sendo enterrada na basílica de Santa Maria Novella. Lisa tinha boas relações com o Convento de Sant'Orsola, de grande reputação em Florença, onde internou Marietta em 1521. Sua filha adotou o nome de Sóror Ludovica e tornou-se um membro respeitado da instituição religiosa, assumindo com o tempo posições de responsabilidade. Francesco tornou-se uma autoridade na cidade. Foi eleito para o Dodici Buonomini em 1499 e para a Signoria em 1512, onde tornou-se um Priori em 1524. Ele deve ter tido relações comerciais ou políticas com os Médici, pois, neste mesmo ano, na época em que a cidade mais temia o retorno da família do exílio, foi preso e multado em mil florins. Em setembro, com a chegada dos Médici, foi libertado.

PINTURA DE DA VINCI
Séculos após sua morte, o quadro que a retrata, Mona Lisa, viria a ser a mais famosa pintura do mundo e com uma vida à parte de Lisa, a mulher. Especulações de estudiosos fizeram da obra de arte um ícone reconhecido mundialmente e um objeto de comercialização. Em 2005, Lisa foi definitivamente identificada como sendo a Mona Lisa.
MORTE
Existem duas versões de estudiosos consideradas para a morte de Francesco e Lisa. Numa delas, ele morreu vitimado pela praga de 1538. Lisa adoeceu e foi levada por sua filha para Sant'Orsola, onde morreu quatro anos depois, em 1 de julho de 1542, com a idade de 63 anos. Outra, afirma que ele viveu até os oitenta anos, morrendo em 1539 e que Lisa deve ter vivido até 1551, quando tinha 71 ou 72 anos. Seus restos estariam enterrados no convento de Santa Úrsula
Fonte:pt.wikipedia.org
Formatação:Helio Rubiales

26 de mai. de 2011

Fazendeiro produz violão com 7 mil árvores em homenagem à esposa morta

Por Casa e Jardim Online
Pedro Martin Ureta, de 70 anos, tinha um sonho: construir um violão com 7 mil árvores em homenagem à esposa, Graciela, falecida em 1977, aos 25 anos. O fazendeiro argentino chegou a consultar diversos paisagistas, mas nenhum deles acreditou no projeto. Decidido, Ureta arregaçou as mangas e, com a ajuda dos filhos, realizou seu desejo. Para criar a réplica verde do instrumento musical, seus filhos ficaram em fila a uma distância de três metros um do outro, marcando os pontos onde cada espécie seria plantada. Para o corpo do violão foram utilizados ciprestes e, para as cordas e tarrachas, eucaliptos. Confira as imagen



   Divulgação

   Divulgação

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Fazendeiro produz violão com 7 mil árvores em homenagem à esposa morta

Por Casa e Jardim Online
Pedro Martin Ureta, de 70 anos, tinha um sonho: construir um violão com 7 mil árvores em homenagem à esposa, Graciela, falecida em 1977, aos 25 anos. O fazendeiro argentino chegou a consultar diversos paisagistas, mas nenhum deles acreditou no projeto. Decidido, Ureta arregaçou as mangas e, com a ajuda dos filhos, realizou seu desejo. Para criar a réplica verde do instrumento musical, seus filhos ficaram em fila a uma distância de três metros um do outro, marcando os pontos onde cada espécie seria plantada. Para o corpo do violão foram utilizados ciprestes e, para as cordas e tarrachas, eucaliptos. Confira as imagen



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23 de mai. de 2011

Arte Tumular Erótica: A relação passional entre a vida e a morte


publicado em artes e ideias por ana paula souza
Um ensaio de lindas curvas sensuais frente à tristeza desoladora nos encanta de forma marcante ao percorrermos os corredores de cemitérios dos vários cantos do mundo. Estas obras de arte são palco de lágrimas de adeus e nos mostram uma morte temida e ao mesmo tempo envolvente. É a entrega da vida à morte, numa doce rendição.
cemiterio, escultura, morte, tumulo, vida
Os admiradores das artes costumam freqüentar museus e galerias onde podem encontrar ensaios, esculturas, pinturas, quadros, artesanatos, enfim, uma miscelâneas fabulosa de obras. Mas algumas são mais intrigantes: experimente visitar o cenário de um funeral.
Cemitérios de todo o mundo são palco de uma variedade artística tão intensa, apesar do lado fúnebre, que nos fazem enxergar a morte com olhos mais atentos ao detalhe, temerosos e apaixonados. Em meio a essa atmosfera de dúvidas e incertezas, rodeada de flores cheirando a despedida, somos rodeados por esculturas feitas em granito, mármore e bronze, e muitas delas são dotadas de uma sensualidade intrigante.
Cenas de nudez são dispostas de forma singular, denotando uma gama de sensações e sentimentos profundos.
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Último sorriso
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Último Sorriso
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Caminhando
Mulheres nuas são cobertas por finos tecidos, sob os quais se deixam notar curvas de sensualidade aflorada, seios e pernas bem delineados, uma certa pureza perante a morte. Um cenário de escancarado flerte entre a vida e a morte, onde a nudez representa um estado de entrega perante o desconhecido, lugar onde não se admitem mantos e máscaras. E no lugar que faz jus à expressão “do pó vieste e ao pó retornarás”, a ausência de roupas é mais do que explicada.
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Eterno Repouso
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Triste Separação
Rendição é a palavra. Nas faces distribuídas pelo cemitério, nos comovemos pelas expressões de tristeza, depressão, abnegação, súplica, indignação, lamento e angústia. Um estado de inércia e prostração frente à impossibilidade de alterarmos o fato de que nunca conseguiremos vencer a morte.
Para além disso, podemos também viajar por um campo um pouco mais atrativo, que nos mostra uma relação passional entre a vida e a morte. Como opostos se atraindo, a vida se entrega aos braços da morte, numa doce poesia ao estilo shakesperiano. E como em toda relação de entrega, cheia de sentimentos exasperados e profundos, a sensualidade é o prato principal.
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A Morte
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Vaidade
Nesse mesmo tom de amor suplicante, encontramos uma dessas obras de arte intitulada “Lenda Grega”, no cemitério da Consolação em São Paulo/Brasil, que nos emociona frente ao sofrimento de Orfeu pela morte da amada Eurídice.
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Lenda Grega
Um último beijo, um último adeus.
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Último Adeus
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Último Adeus
cemiterio, escultura, morte, tumulo, vida
Triste Separação


Agradecimentos especiais ao principal inspirador do artigo, Helio Rubiales.
Para percorrer um pouco mais essas tristes curvas sensuais, visite o blog Arte Tumular Erótica


14 de mai. de 2011

Obras Tumulares de Michelangelo


Monumentos funerários dos irmãos Médicis, com as famosas esculturas do Dia e da Noite, e  Amanhecer e Entardecer. Do Papa Júlio II, tendo como destaque a escultura de Moisés com cerca de 8 metros de altura..

                                                         Detalhes e descrição tumular, acessar o link:
                                                           
                                                  www.tumulosfamosos.blogspot.com

23 de mar. de 2011

MORRE ELIZABETH TAYLOR



ARTE TUMULAR
O funeral da atriz está previsto para esta semana, no cemitério Westwood Village Memorial Park, em Los Angeles, onde também estão sepultados Marilyn Monroe, Natalie Wood e Truman Capote.

PERSONAGEM
Elizabeth "Liz" Rosemond Taylor (Londres27 de fevereiro de 1932 — Los Angeles23 de março de 2011) foi uma premiada atriz norte-americana nascida na Inglaterra.
Morreu aos 79 anos de idade.
Elizabeth Taylor
BIOGRAFIA

Elizabeth Taylor emCleopatra1963
Filha dos americanos, Francis Leen Taylor (1897–1968) e Sara Viola Rosemond Warmbrodt (1895–1994), mudaram-se para os Estados Unidos em 1939. Começou a carreira cinematográfica ainda criança, quando foi descoberta aos dez anos. Contratada pelaUniversal Pictures, filmou There's One Born Every Minute, mas não teve o contrato renovado. Assim como o amigo pessoal Mickey Rooney, revelou talento participando de filmes infanto-juvenis, como na estreia em 1943 num pequeno papel da série Lassie. A partir de então, apaixonou-se pela profissão e permanecer no estúdio tornou-se o maior sonho.
Evoluindo como actriz talentosa e respeitada pela crítica, nos anos 50 filmaria dramas, como Um lugar ao Sol, com o actor Montgomery CliftAssim Caminha a Humanidade, comRock Hudson, ambos atores homossexuais e dos quais se tornou grande amiga. Nessa década faria ainda A Última Vez Que Vi Paris, ao lado de Van Johnson e Donna Reed.
Liz, como foi mais conhecida, foi reverenciada como uma das mulheres mais bonitas de todos os tempos; a marca registrada são os traços delicados e olhos de cor azul-violeta, emoldurados por sobrancelhas espessas de cor negra. Celebridade cercada por intensoglamour e diva eterna dos anos de ouro do cinema norte-americano, é uma compulsiva colecionadora de jóias. Certa vez, o amigo, o mágico David Copperfield, convidou-a para uma das apresentações e fez sumir das mãos um dos anéis favoritos. Liz, simpaticamente, e ao gritos, divertiu a plateia manifestando um momento de desespero ao ver o anel sumir.

Taylor em 1981, num evento em sua homenagem
Ficou famosa também pelos inúmeros casamentos (oito ao todo). Seu primeiro casamento foi em 1950, mas durou apenas 1 ano.
O mais famoso casamento foi com o ator britânico Richard Burton, notório pelo alcoolismo, com quem se casou duas vezes e fez duplas em vários filmes nos anos 60, como o antológico Cleópatra, o dramático Quem tem medo de Virgínia Woolf?, em que ela ganhou o segundo Óscar, Os Farsantes e A Megera Domada. Vencedora duas vezes do Óscar da Academia para Melhor Actriz (principal), o primeiro em 1960 pelo papel da call-girl de Disque Butterfield 8 ( O Número do Amor); . Nessa década, com o reconhecimento do prémio máximo do cinema mundial, consagrou-se como a mais bem paga actriz do mundo.
Teve dois filhos com Michael Wilding: Michael Howard Taylor Wilding, nascido em 1953, e Christopher Edward Taylor Wilding, nascido em 1955.
Com Michael Todd teve uma filha em 1957, chamada Isabel Francisca Taylor Todd.
Em 1975 adotou uma menina alemã juntamente com seu marido, Richard Burton, chamada Maria Taylor Burton.
Foi amiga do Rei do Pop Michael Jackson, que dedicou-lhe vários de seus trabalhos, inclusive a canção "Liberian Girl".
Em 1997, a actriz passou por uma delicada cirurgia para remover um tumor do cérebro. No passado, a estrela também já teve problemas com o vício em álcool e drogas.
Foi pioneira no desenvolvimento de acções filantrópicas, levantando fundos para as campanhas contra a AIDS a partir dos anos 80, logo após a morte de Rock Hudson. A despeito de ter nascido fora dos EUA, em 2001 recebeu do presidente Bill Clinton a segunda mais importante medalha de reconhecimento a um cidadão norte-americano: aPresidential Citizens Medal, oferecida pelos seus vários trabalhos filantrópicos. Nessa época se agravaram os problemas de saúde, ganhando peso e sendo levada a internações recorrentes em hospitais.

MORTE

Taylor tratou vários problemas de saúde ao longo dos anos, incluindo as questões relativas à insuficiência cardíaca crônica. Em 2009, foi submetida a uma cirurgia para substituir uma válvula defeituosa no coração. Ela usava uma cadeira de rodas havia mais de cinco anos para lidar com sua dor crônica.
Em fevereiro de 2011, apareceram novos sintomas relacionados à sua insuficiência cardíaca, o que a levou a ser internada no Centro Médico Cedars-Sinai, em Los Angelespara tratamento, onde morreu na manhã do dia 23 de março após uma cirurgia, aos 79 anos de idade.. A informação foi confirmada pelo agente da atriz e por um familiar.
Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

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