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9 de jun. de 2011

Salário do Bombeiro no Rio de Janeiro

Brasão CBM RJ.PNG
Veja o salário dos Bombeiros do Estado do Rio de janeiro em 27º lugar.

SALÁRIOS BRUTOS NO BRASIL:
01º - Brasília - R$ 4.129.73
02º - Sergipe – R$ 3.012.00
03º - Goiás – R$ 2.722.00
04º - Mato Grosso do Sul – R$ 2.176.00
05º – São Paulo – R$ 2.170.00
06º – Paraná – R$ 2.128,00 1
07º - Amapá – R$ 2.070.00
08º – Minas Gerais - R$ 2.041.00
09º - Maranhão– R$ 2.037.39
10º – Bahia – inicial - R$ 1.927.00
11º - Alagoas - R$ 1.818.56
12º - Rio Grande do Norte – R$ 1.815.00
13º - Espírito Santo – R$ 1.801.14
14º - Mato Grosso – R$ 1.779.00
15º - Santa Catarina – R$ 1.600.00
16º - Tocantins – R$ 1.572.00
17º - Amazonas – R$ 1.546.00
18º - Ceará – R$ 1.529,00
19º - Roraima – R$ 1.526.91
20º - Piauí – R$ 1.372.00
21º - Pernambuco – R$ 1.331.00
22º - Acre – R$ 1.299.81
23º - Paraíba – R$ 1.297.88
24º - Rondônia – R$ 1.251.00
25º - Pará – R$ 1.215,00
26º - Rio Grande do Sul – R$ 1.172.00
27º - Rio de Janeiro - R$ 1.031,38 (SEM VALE TRANSPORTE)



19 de fev. de 2011

Fim do horário de verão


O horário de verão, que começou em 17 de outubro, termina à 0h do próximo domingo (20), após 127 dias em vigor. Os brasileiros que vivem nas regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste terão de atrasar o relógio em uma hora,

12 de jan. de 2011

Cabral em viagem de férias? É uma questão de vergonha na cara!



Acompanhei a cobertura que o Jornal Nacional fez da tragédia no Rio. Já são 257 mortos. Tristeza, melancolia, desastre. Havia estranhado a ausência do governador Sérgio Cabral. Onde estaria Sérgio Cabral? No desastre de Ilha Grande, no ano passado, ele também custou a dar as caras. Especulava-se que estivesse fora do país. Não! É provável que descansasse numa casa de veraneio em Mangaratiba. Deve ter demorado a aparecer porque, sei lá, não tinha considerado a coisa tão grave assim.
Há pouco, o Jornal Nacional informou que Sérgio Cabral está em viagem de férias. Fora do país. Sei. Há algo mais previsível do que o desastre das águas nesse período? A única coisa que varia é o número de mortos. Ou seja: Cabral fugiu das chuvas e do noticiário. Ele só comparece quando é para partir para o abraço de exultação. Até o da solidariedade ele se nega a dar.
O JN foi bonzinho com ele. Destacou uma frase sua no jornal O Globo condenando as ocupações irregulares. Ah, bom! Bobo é Gilberto Kassab, que decide mostrar a cara quando a enchente cobre as ruas de São Paulo. O governador inteligente é aquele que foge da enxurrada, dos soterramentos e dos cadáveres.
A viagem de Cabral já era indecente antes mesmo de o mundo vir abaixo. Agora que veio, vamos ver quanto tempo ele vai demorar para voltar. Sua presença não ressuscita ninguém, sei disso. Mas é uma questão de vergonha na cara!
Por Reinaldo Azevedo

31 de dez. de 2010

Após lentidão na estrada, turista vê 'congestionamento' em praias de SP



Na Praia de Pitangueiras, no Guarujá, quase não há espaço na areia.
Durante a madrugada, Imigrantes teve quase 60 km de filas.

Do G1 SPr
Praia de Pitangueiras fica lotadaApós enfrentarem lentidão de até 50 km na Rodovia dos Imigrantes na madrugada e na manhã desta sexta-feira (31), os turistas que optaram por passar a virada do ano no litoral de São Paulo se depararam com 'congestionamento' também nas praias. Em Pitangueiras, no Guarujá, faltou espaço na areia, tomada por guarda-sóis. Banhistas também aproveitaram o bom tempo para se refrescar no mar. A expectativa é que o tempo permaneça aberto e que não chova durante a passagem de ano (Foto: Luiz Fernando Menezes/Foto Arena/AE)

21 de abr. de 2010

Catedral de Brasilia

A CATEDRAL METROPOLITANA NOSSA SENHORA APARECIDA , mais conhecida como CATEDRAL DE BRASÍLIA, é a catedral metropolitana da cidade de Brasília, capital Federal do Brasil.
CONSTRUÇÃO
Projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer, sua pedra fundamental foi lançada em 12 de setembro de 1958. Teve sua estrutura pronta em 1960, onde apareciam somente a área circular de 70 metros de diâmetro, da qual se elevam 16 colunas de concreto (pilares de secção parabólica) num formato hiperbolóide, que pesam 90 toneladas. O engenheiro Joaquim Cardozo foi o responsável pelo cálculo estrutural que permitiu a construção da catedral. A construção demorou 12 anos e foi inaugurada em 31 de maio de 1970.
DESCRIÇÃO ARQUITETÔNICA
Na grande praça de acesso ao templo, encontram-se quatro esculturas em bronze com três metros de altura, representando os evangelistas: Lucas, Mateus, Marcos e João (este separado porque era o preferido de Jesus). São obras do italiano Alfredo Ceschiatti, com auxilio do escultor Dante Croce, executadas em 1968.
O templo tem 40 metros de altura e capacidade para quatro mil pessoas. Sua planta circular situa-se abaixo do nível do terreno e o acesso é feito por uma passagem subterrânea, com piso e paredes laterais pintados de preto. A entrada fica então sob penumbra e contrasta com o interior do templo, que recebe luz natural filtrada por vitrais de Marianne Peretti.
Dezesseis colunas surgem do plano da praça situada ao seu redor e se unem para sustentar a cobertura, formando hipérboles simetricamente opostas. Niemeyer procurou uma forma compacta e límpida, composta por 16 montantes de concreto que, ao invés de se unirem em teto, arco ou ogiva, convergindo para uma abóbada protetora e invertida, se opõem, ao contrário, num gesto violento de tensão, como o de duas mãos estendidas com os dedos abertos num espasmo de súplica.
Todo o conjunto apresenta-se como um volume único, capaz de surgir com a mesma pureza, seja qual for o ângulo de visão, pela planta circular e a estrutura que se lança ao céu em uma série de elementos hiperbólicos.
A concepção dos pilares é especialmente interessante. A seção é toda variável ao longo do comprimento e,
em alguns trechos, com uma geometria particular, que se assemelha á um triângulo vazado.
O interior da Catedral é todo revestido de mármore, somando, no total, 500 toneladas desse material.
INTERIOR
No interior da nave, estão as esculturas de três anjos em duralumínio, suspensas por cabos de aço, no centro da nave. São os anjos da anunciação. As dimensões e peso das esculturas são de 2,22 m de comprimento e 100 kg a menor; 3,40 m de comprimento e 200 kg a média; e 4,25 m de comprimento e 300 kg a maior. As esculturas são de Alfredo Ceschiatti, com a colaboração de Dante Croce em 1970.
COBERTURA
A cobertura da nave tem um vitral composto por 16 peças em fibra de vidro em tons de azul, verde, branco e marrom inseridas entre os pilares de concreto. Cada peça insere-se em triângulos com 10m de base e 30m de altura , composto por 16 gomos de 140 metros quadrados, no total ocupam uma área de 2,200 metros quadrados, somando no total 80 toneladas. Foram
pintados pela artista plástica Marianne Peretti em 1990.
*A Via Sacra é uma obra de Di Cavalcanti.
*Dentro, na lateral está uma réplica da “Pietà”
*Na entrada da catedral encontra-se um pilar com passagens da vida de Maria, mãe de Jesus, pintados por Athos Bulcão.
ALTAR
O altar foi doado pelo papa Paulo VI e a imagem da padroeira Nossa Senhora Aparecida é uma réplica da original que se encontra em na Basílica de Aparecida, em São Paulo. No vitral atrás do altar, o desenho de um ovo representa vida; o azul, o útero.
BATISTÉRIO
O batistério em forma ovóide teve em suas paredes o painel em lajotas cerâmicas pintadas em 1977 por Athos Bulcão. O teto do batistério tem a forma do pão e a base é o cálice do vinho.
CAMPANÁRIO
O campanário construído em concreto, composto por quatro grandes sinos, doado pela Espanha, completa o conjunto arquitetônico
*Envolvendo a nave circular encontra-se um espelho d’ água
Fontes:
Wikipédia.pt.com
Fotos: Wikimédia, travel-imagens.com, brazilia.jor.br
Formatação e pesquisa:HRubiales

19 de fev. de 2010

TERMINA O HORÁRIO DE VERÃO


Amanhã a meia noite, termina o horário de verão brasileiro (atrasar o relógio em 1 hora)

8 de jan. de 2010

Cabral culpa autoridades e elite e está cansado de gestores tipo Raul Seixas


O governador do Rio de Janeiro, Sergio Cabral, diz a ÉPOCA que tragédia em Angra dos Reis é resultado de 40 anos de omissão
RUTH DE AQUINO

"Tragédia de Angra teve a cumplicidade de autoridades e elite, com 40 anos de omissão", disse o governador do Rio, Sergio Cabral, em entrevista exclusiva para ÉPOCA. Cabral promete demolir milhares de casas em Angra dos Reis e na Baixada Fluminense, acelerar a remoção de favelas em área de risco e brigar pela formalidade na habitação, com dinheiro do Estado e do Programa de Aceleração Crescimento (PAC), do governo federal. E com a ajuda de técnicos especialistas: "Estou cansado de gestor tipo Raul Seixas, que acha que nasceu há 10 mil anos atrás e não há nada neste mundo que ele não saiba demais".

Ana Branco/ Agencia O Globo
LOCAL DA TRAGÉDIA
No dia 2, Cabral visitou o Morro da Carioca (foto), na região central de Angra, e a área em que ocorreu o deslizamento na Ilha Grande
ÉPOCA Por que não foram tomadas providências antes em Angra e Ilha Grande?
Sérgio Cabral – São 40 anos de ocupação irregular nas encostas e berço de rios em todo o Brasil. Pessoas morando em lugares impróprios. Com a cumplicidade das autoridades ao longo das últimas décadas. No Rio de Janeiro, além da ocupação urbana, existe o poder paralelo do crime em comunidades em áreas de risco. É o caso de comunidades no Grande Rio.

ÉPOCA O que o seu governo vem fazendo?
Sérgio Cabral
– É um trabalho que a gente começou no Estado e quebrar essas pasmaceira não é simples. Quando anunciamos o muro na Rocinha, por exemplo, houve uma gritaria, mas agora se vê bem que não era muro de Alemanha oriental versus ocidental, nem de judeu versus palestino – só queríamos evitar a expansão em encostas, impedir mais crime ambiental e social. Hoje são mais de 400 residências sendo removidas na Rocinha. E as áreas sendo transformadas em parques para uso da comunidade. No morro Dona Marta, estamos fazendo a conversão de áreas precárias em novos edifícios, e vai ser um padrão de exemplo espetacular, mais o muro, e o acesso com elevador. Com ajuda do PAC, a retirada de pessoas de áreas degradadas já começou no Alemão e em Manguinhos. Fizemos 3.600 desapropriações. E tudo isso custa muito dinheiro. Mas ninguém está parado. Na Baixada, só do governo do Estado gastamos R$ 400 milhões em obras de dragagem e retirada da beira do rio. Se juntar todas as prefeituras da região, os gastos vão a R$ 1 bilhão. Vamos pedir mais R$ 600 milhões ao Lula para concluir. E demolir mais cerca de 2 mil casas na Baixada.
ÉPOCA E em Angra? Não houve negligência?
Sérgio Cabral – No caso de Angra, a cumplicidade da elite e dos políticos, ao longo dos últimos 30 anos, deixou a cidade daquele jeito. Angra passou por uma enorme efervescência econômica com a usina nuclear, o terminal da Petrobras, depois a usina acabou a obra e a indústria naval entrou em decadência. Começou uma favelização gigantesca. Com a costa deslumbrante de mais de 100 km, ricos entraram e, junto, todo o setor de serviços: zeladores, caseiros, pedicures, com ocupação irregular nas encostas. Em 2002, fui tentar recursos no último mês de governo do Fernando Henrique. Eu ainda era senador. Tinha havido 40 e poucas mortes na região. Aquilo é realmente a crônica de uma tragédia anunciada. Agora, pelo menos, estou encontrando eco no prefeito e vamos demolir talvez 1.000 casas ali em Angra. Será um marco, garanto. Nos reunimos com empresários e autoridades. Vamos mudar isso.

ÉPOCA Por que a tragédia foi tão grave em Angra e Ilha Grande?
Sérgio Cabral – Angra tem o terceiro maior índice pluviométrico do país, comparável ao da Amazônia. Choveu ainda mais do que o normal nessa época. E o solo é poroso, solo de mata atlântica. Não sou geólogo, nem meteorologista, nem especialista, mas, ao sobrevoar com o ministro Geddel (da Integração), vimos na Ilha Grande várias áreas intactas, cobertas de mata atlântica e que, mesmo assim, vieram abaixo com os temporais. Isso nos leva a crer que não dá para construir sobre rocha nem na base de matas intocadas, como foi o caso da pousada Sankay. Temos que ouvir mais os especialistas. Mas não dá para construir sobre rocha, sem afastamento. Ou seja, construções assim não colocam em risco a mata, mas quem está morando nela ou se hospedando ali. Não vamos impedir tragédias naturais, é claro, mas precisamos reduzir ao máximo a perda de vidas.

ÉPOCA Qual seria sua prioridade agora, após essa tragédia?
Sérgio Cabral – A UPP (pacificação das favelas com combate ao tráfico) gerou um otimismo na população, acendeu luz no fim do túnel, mostrou que é possível melhorar onde ninguém acreditava mais. Quero aproveitar essa momento dramático para mostrar que é possível fazer uma política séria de habitação, em vez de permitir ocupações irregulares em nome de uma suposta defesa demagógica de moradia popular. Quero brigar pela formalidade. A informalidade existe no Brasil inteiro em todos os setores – habitação, segurança, transporte – e isso é prejudicial para todos.

ÉPOCA Seu decreto assinado em junho passado para a região de Angra e das ilhas também foi criticado. Disseram que favoreceria ocupações em encostas.
Sérgio Cabral – Decreto não passa por cima de lei. E a lei proíbe construções em áreas de risco: encostas, manguezais e rochas. O novo decreto pretende regularizar o uso do solo, trazer para a formalidade empreendimentos que nem passaram pelo licenciamento, atribuir responsabilidades a quem tem, obrigar a regenerar áreas nas Zonas de Conservação de Vida Silvestre, impedir invasões. Mas vamos todos conversar, esclarecer, chegar a um consenso. O presidente do Inea (Instituto Estadual do Ambiente), Luiz Firmino, um craque, participou de todo o processo e tudo o que faz é pautado pelo desenvolvimento sustentável e responsável. É um absurdo aproveitarem a tragédia em Angra para culpar um decreto que nem sequer entrou em vigor.

ÉPOCA O senhor foi muito criticado por não aparecer no local do desastre no dia primeiro, estando em Mangaratiba, perto dali.
Sérgio Cabral – É. Antigamente, a população via governador conduzindo sequestro de ônibus. Eu estava lá por meio dos 150 homens do corpo de bombeiros muito bem equipados, equipados com verba do Estado de R$ 100 milhões, eu estava lá na figura de meu secretário de Saúde, Sergio Cortes, e o vice-governador Pezão. A cada 10 minutos falavam comigo no telefone. Para tomar as devidas providências, pedir ajuda, liberar barco, liberar estrada, ligar para o presidente Lula. No primeiro dia do ano, eu não tinha diagnóstico nem o que dizer para a população. Às 8h da manhã do dia 2, lá estava eu com uma perspectiva de encaminhamentos. Não adianta o governador aparecer logo para fazer figuração, sem eficiência. Graças a Deus este é um governo bem avaliado pela população e isso é o que importa. Quanto mais bem avaliado, mais críticas acontecerão. Estou cansado de gestores do tipo “Raul Seixas”, do tipo “Eu nasci há 10 mil atrás/ E não há nada nesse mundo que eu não saiba demais”. O que eu não sei eu deixo nas mãos de especialistas e técnicos que sabem mais do que eu.

14 de ago. de 2009

POPULAÇÃO BRASILEIRA ULTRAPASSAOS 191 MILHÕES, DIZ IBGE


Estimativa considera taxas da natalidade, mortalidade e migração.
Data de referência do levantamento é 1º de julho de 2009.

Do G1, em São Paulo



O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou, nesta sexta-feira (14), a estimativa da população brasileira para estados e municípios. A data de referência do levantamento é, segundo o instituto, 1º de julho de 2009. Em todo o país, a população estimada é de 191.480.630 pessoas.

No levantamento do ano passado, realizado em agosto, a população total estimada no país era de 189.612.814 pessoas.

Ainda de acordo com o IBGE, São Paulo é a unidade da federação mais populosa, com 41,4 milhões de habitantes, seguida por Minas Gerais (20 milhões) e Rio de Janeiro (16 milhões). Nessas três unidades da federação da Região Sudeste se concentram cerca de 40,4% da população brasileira.

Entre os municípios, São Paulo é a cidade mais populosa, com 11 milhões de habitantes, seguida pelo Rio de Janeiro (6,2 milhões) e Salvador (3 milhões). Se desconsideradas as capitais, os municípios brasileiros mais populosos são Guarulhos (1,3 milhão), Campinas (1,1 milhão) e São Gonçalo (992 mil habitantes), que estão nas três primeiras posições desde 2000.

O levantamento do IBGE aponta ainda que a cidade de Borá, em São Paulo, tem a menor população do país, estimada em 837 habitantes.

De acordo com o instituto, para a estimativa são consideradas as taxas da natalidade, mortalidade e migração. Os dados do IBGE consideram os 26 estados do país e o Distrito Federal. São estimadas as populações de 5.565 municípios brasileiros.

Pesquisa anual

A estimativa da população residente nos municípios é divulgada anualmente, em cumprimento ao que determina a lei complementar nº 59, de 22 de dezembro de 1988, e o artigo 102 da lei nº 8443, de 16 de julho de 1992.

As estimativas populacionais são importantes para o cálculo de indicadores econômicos e sociodemográficos. O parâmetro é, segundo o IBGE, usado pelo Tribunal de Contas da União na distribuição do Fundo de Participação de Estados e Municípios.

29 de jul. de 2009

BRASÕES DOS ESTADOS BRASILEIRO

PASSE O CURSOR SOBRE A FOTO PARA SABER O NOME

21 de abr. de 2009

BRASILIA: 49 ANOS DA FUNDAÇÃO

bandeira de brasilia
vista panoramica


Brasília é a capital da República Federativa do Brasil e sua quarta maior cidade. Na última contagem realizada pelo IBGE em 2008, sua população foi estimada em 2.557.158 de habitantes[1]. Brasília também possui o segundo maior PIB per capitado Brasil (34.510,00 reais) entre as capitais, superada apenas por Vitória(47.855,00 reais). [4] Está situada na Região Centro-Oeste.
Inaugurada em 21 de abril de 1960, pelo então presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira, Brasília é a terceira capital do Brasil, após Salvador e Rio de Janeiro. A transferência dos principais órgãos da administração federal para a nova capital foi progressiva, com a mudança das sedes dos poderes Executivo, Legislativo eJudiciário federais.
O plano urbanístico da capital, conhecido como "Plano Piloto", foi elaborado pelo urbanista Lúcio Costa, que, aproveitando o relevo da região, o adequou ao projeto do Lago Paranoá, concebido em 1893 pela Missão Cruls[5]. O lago armazena 600milhões de metros cúbicos de água. Muitas das construções da Capital Federal foram projetadas pelo renomado arquiteto Oscar Niemeyer.

2 de mar. de 2009

CARLOR NO RIO CHEGA A 38° C

Segunda tem forte calor e praia cheia
Um dia depois de fazer 444 anos, Rio tem um dia de muito sol.
Previsão oficial do dia é de máxima de 38 graus.
Do G1, no Rio
Um dia depois de completar 444 anos, o Rio de Janeiro tem, nesta segunda-feira (2), um dia de forte calor. A praia no Posto 9, em Ipanema, na Zona Sul, foi o refúgio de muita gente neste dia em que, supostamente, começaria o ano para muita gente que esperou o carnaval passar... A temperatura máxima oficial não foi divulgada até às 15h50 pelo Instituto Nacional de Meteorologia, mas a previsão é de 38 graus (Foto: Daniella Clark/G1)

27 de fev. de 2009

RIO TEM O DIA MAIS QUENTE DO ANO: 38,5°C


No dia mais quente do ano no Rio, banhistas lotam a praia de Ipanema (Foto: Fábio Motta/Agência Estado)

Nesta sexta-feira (27), o Rio teve o dia mais quente do ano, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). A temperatura mais alta de 2009 foi registrada na Praça Mauá, na Zona Portuária da cidade, onde os termômetros indicaram 38,5º.
Com o calor, banhistas deixaram cheias as praias da cidade, como Ipanema, na Zona Sul do Rio.
Já a temperatura mais baixa desta sexta foi de 22,2ºC, em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio.
Previsão para sábado
Já para este sábado (28), a previsão para o Rio é de tempo claro a parcialmente nublado, com pancadas de chuva e trovoadas isoladas. A temperatura máxima prevista pelo Inmet é de 36ºC e a mínima, de 22ºC.

18 de jan. de 2009

CIDADE DE SALVADOR (BAHIA)

ELEVADOR LACERDA A NOITE

CIDADE ALTA E BAIXA





CENTRO HISTÓRIO (Pelourinho)
Salvador (do antigo nome completo São Salvador da Baía de Todos os Santos) é uma cidade brasileira, capital do estado da Bahia e primeira capital do Brasil. Os habitantes são chamados de soteropolitanos, gentílico criado a partir da tradução do nome da cidade para o grego: Soterópolis, ou seja, "cidade do Salvador", composto de Σωτήρ ("salvador") e πόλις ("cidade").
Situada na microrregião homônima, Salvador é uma metrópole nacional com quase três milhões de habitantes, e a terceira cidade mais populosa do Brasil, segundo estimativas de 2007 (depois de São Paulo e Rio de Janeiro), primeira do Nordeste e a sétima mais populosa da América Latina (superada por Cidade do México, São Paulo, Lima, Bogotá,Rio de Janeiro e Santiago). Sua região metropolitana, conhecida como "Grande Salvador", possui 3.677.060 habitantes (IBGE/2007), o que a torna a segunda mais populosa doNordeste, sexta do Brasil e 111ª do mundo. É classificada pelo IBGE em comparação com a rede urbana das outras cidades brasileiras como um centro metropolitano nacional. A superfície do município de Salvador é de 706,8 km² (fonte: IBGE), e suas coordenadas, a partir do marco da fundação da cidade, no Fortaleza de Santo Antônio, são 13° sul e 38° 31' 12'' oeste. Centro econômico do estado, é porto exportador, centro industrial, administrativo e turístico, tem diversas universidades e uma base naval.
A cidade de Salvador era antigamente chamada de Bahia, inclusive por moradores do próprio estado. Também já recebeu alguns epítetos, como o de "Capital da Alegria", devido aos enormes festejos populares, como o seu carnaval, e "Roma Negra", por ser considerada a metrópole com maior percentual de negros localizada fora da África.

RIO DE JANEIRO: A cidade Maravilhosa

Cristo Redentor e Pão de Açucar

Vista da Baia da Guanabara
O Rio de Janeiro, capital do estado homônimo, é a segunda maior metrópole do Brasil, situada no Sudeste do país. Cidade brasileira mais conhecida no exterior e maior rota do turismo internacional no Brasil, funciona como um "espelho", ou "retrato" nacional, seja positiva ou negativamente.
É um dos principais centros econômicos, culturais e financeiros do país, sendo internacionalmente conhecida por diversos ícones culturais e paisagísticos, como o Pão de Açúcar, a estátua do Cristo Redentor (uma das sete maravilhas do mundo moderno), as praias dos bairros de Copacabana, Ipanema e Barra da Tijuca (entre outros), o Estádio do Maracanã, o Estádio Olímpico João Havelange, a floresta da Tijuca, a Quinta da Boa Vista, a ilha de Paquetá, o Réveillon de Copacabana e o Carnaval.

24 de mar. de 2008

JARDIM DA ORLA DA PRAIA EM SANTOS


SANTOS
O maior jardim de orla do mundo
Além de suas praias, centro histórico bem conservado e de sua fama de município de alta qualidade de vida, Santos tem outra característica de fazer inveja a muitas cidades litorâneas brasileiras: o maior jardim frontal de praia do mundo. Com 5.335 metros de extensão e 218.800 metros quadrados de área - equivalente a 155 Jardins Botânicos do Rio de Janeiro - o jardim de Santos ganhou uma citação no GuinnesBooks, o livro dos recordes, em 2001, depois de nove anos tentando entrar para a posteridade das grandezas.
Idealizado pelo engenheiro Saturnino de Brito, o jardim começou a ser projetado em 1914. Vivia-se uma época de especulação imobiliária e para conter a expansão desordenada dos edifícios, surgiu a idéia de sua construção. No entanto, apesar da importância, a obra só teve início em 1935, pelo trecho da Praia do Gonzaga, entre os canais 2 e 3. Quatro anos depois, o jardim Aristides Bastos Machado, nome do prefeito que começou a construção, foi entregue aos moradores - e até hoje é motivo de orgulho para a região.
Do José Menino à Ponta da Praia, longos gramados em conjunto com alamedas de palmeiras, conferem um padrão único ao espaço que também conta com 1300 canteiros e mais de 100 espécies de plantas. Destaque para os lírios amarelos (Hemerocalis flava) e brancos (Spathiphiphyllum sp), biris vermelhas (Canna indica), crisântemos brancos, amarelos e mesclados (Crysanthemum sp). Como o solo não é propício ao cultivo de grande variedade de flores, usam-se folhagens coloridas para contrastar com os matizes de verde. Dentre as árvores que garantem generosos pontos com sombra, os chapéus-de-sol (Terminalia catappa) predominam - são mais de 90%.
E como desde a década de 20 o jardim tem uma função urbanística, tudo lá é pensado com o objetivo de garantir que a orla da praia esteja florida o ano todo. Por isso mesmo, o plantio das espécies e a poda dos canteiros recebem atenção especial. As plantas mais resistentes, a exemplo do lírio, ficam próximas à faixa de areia enquanto as mais delicadas estão a poucos metros da avenida.


Tadeu Nascimento/Raquel dos Santos

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