Mostrando postagens com marcador CIDADE DE SÃO PAULO. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador CIDADE DE SÃO PAULO. Mostrar todas as postagens

4 de nov. de 2013

MAUSOLÉU DA POLÍCIA MILITAR DE SÃO PAULO

Vista geral do mausoléu
Ossuário lateral
Ossuário  lateral
Grande cruz e monumento em bronze
Interior da grande cruz
Escadaria para o subsolo

Monumento aos mortos

ARTE TUMULAR

Construído em 1969 para abrigar e homenagear os policiais mortos em serviço,
Basicamente é composto por uma grande estrutura em concreto armado em formato circular, apresentando na parte central uma abertura formando uma cruz latina. No piso, sobre uma base de mármore ergue-se uma escultura em bronze de um soldado com vestimentas de gala, em posição de sentido, tocando numa corneta o toque de silencio. Aos seus pés, num nível inferior, outra escultura em bronze, representando um soldado abatido deitado no solo, amparado  nos braços por outro militar. Atras desse conjunto segue uma escadaria acompanhando a curvatura da grande cruz que leva ao sub solo onde são sepultados os militares.
Ao nível do solo, um de cada lado, estão os ossuários onde são depositadas os restos mortais. Defronte de cada ossuário, existe várias esculturas em bronze de militares em posição de sentido e respeito, trajando vários tipos de uniformes, inclusive representantes da Polícia Feminina. 



Local: Cemitério do Araçá, São Paulo
 Descrição do Mausoléu: Helio Rubiales

LOCALIZAÇÃO

Cidades vizinhas: São Paulo, Ibiuna, Piedade
Coordenadas:   23°33'10"S   46°40'17"W

6 de set. de 2013

LOCAIS HISTÓRICOS DO 7 DE SETEMBRO EM SÃO PAULO

São Paulo

Vias da cidade 'presenciaram' chegada de Dom Pedro I em 1822.
Na época, município tinha poucas semelhanças com a atual metrópole.
Paulo Toledo Piza

Veja galeria de fotos com os pontos de 7 de setembro ontem e hoje

Foto: Reprodução/Museu Paulista e Paulo Toledo Piza/G1

'Colina do Ipiranga', de Miguelzinho Dutra (esq), e o 'Monumento à Independência', suposto local onde ocorreu o grito (Foto: Reprodução/Museu Paulista e Paulo Toledo Piza/G1)

Que o grito de independência foi dado às margens do riacho do Ipiranga, na Zona Sul de São Paulo, todos sabem. O que poucos paulistanos têm ciência é de que diversas vias na capital paulista “presenciaram” a passagem do príncipe regente Dom Pedro I nos idos de agosto e setembro de 1822.
Veja galeria de fotos com os pontos de 7 de setembro ontem e hoje
Naquela época, São Paulo era uma pequena cidade com pouco mais de 6 mil habitantes e bem diferente da atual metrópole de 11 milhões de moradores. O perímetro urbano da capital era delimitado pelo Rio Tamanduateí (onde atualmente está localizado o Parque Dom Pedro), o Vale do Anhangabaú e as atuais regiões da Rua 25 de Março e do bairro da Liberdade, de acordo com relatos que estão no Museu Paulista.




Nessa pequena cidade, Dom Pedro I chegou no dia 25 de agosto de 1822, após cobrir, em 12 dias de viagem, uma distância de 634 km desde o Rio de Janeiro (veja mapa acima). O príncipe e sua comitiva atravessaram uma pequena ponte sobre o Rio Tamanduateí e caminharam por uma região arborizada onde atualmente está localizado o Parque Dom Pedro.

Foto: Reprodução/Museu Paulista e Paulo Toledo Piza/G1



De lá, seguiram por uma pequena via onde hoje fica a Avenida Rangel Pestana até o prédio que servia como sede do governo de São Paulo, o Colégio dos Jesuítas. O edifício, que foi confiscado pelo governo no século XVIII, abrigou o príncipe durante os 11 dias em que ficou na cidade, a trabalho. No dia 5 de setembro, ele decidiu ir a Santos, na Baixada Santista.
“Na manhã, enveredou o príncipe Dom Pedro com sua guarda de honra (...) pela tortuosa Rua do Lavapés, tomando assim o velho Caminho do Mar, dos mais antigos da terra brasileira”, diz o historiador Eduardo Canabrava Barreiros, em artigo intitulado “Itinerário da Independência”. A rua, que mantém hoje a nomenclatura original, era usada como porta de saída da capital ao litoral.

Foto: Colina do Ipiranga”, de Miguelzinho Dutra



Após dois dias, na madrugada de 7 de setembro, o príncipe subiu a Serra do Mar em direção a São Paulo. Ao chegar às margens do Riacho do Ipiranga, Dom Pedro encontrou um mensageiro que lhe trazia uma carta . O documento, assinado por José Bonifácio, patriarca da Independência, e pela princesa Maria Leopoldina, informava que o príncipe havia perdido a condição de regente do Brasil.

Relatos históricos indicam que Dom Pedro, após ler a carta, refletiu por alguns instantes e, em seguida, afirmou: “É tempo... Independência ou morte! Estamos separados de Portugal.”

Foto: Reprodução/Museu Paulista e Paulo Toledo Piza/G1

'Dom Pedro I', de Benedito Calixto (esq); no destaque, local onde hoje fica o Parque Dom Pedro (Foto: Reprodução/Museu Paulista e Paulo Toledo Piza/G1)

O local exato onde ocorreu o “grito do Ipiranga”, porém, é incerto. “Precisaria de um estudo minucioso para descobrir o real local”, disse a historiadora Miyoko Makino, do Museu Paulista. “Mas seria nas imediações de onde está o ‘Monumento à Independência’”, completou.

Do Ipiranga, que não fazia parte do perímetro urbano paulistano, o príncipe seguiu para a sede do governo paulista, onde festejou o fim da subserviência do Brasil perante Portugal. “Lá, criou a música do Hino à Independência”, lembrou Miyoko.

A celebração durou três dias. No dia 10 de setembro, retomou viagem ao Rio de Janeiro, onde chegou após cinco dias de cavalgada. Na capital fluminense, foi nomeado imperador do Brasil. Mas isso é história para outra ocasião.

8 de jul. de 2013

Revolução Constitucionalista de 1932 - São Paulo


A Revolução Constitucionalista de 1932, Revolução de 1932 ou Guerra Paulista, foi o movimento armado ocorrido no Estado de São Paulo, Brasil, entre os meses de julho e outubro de 1932, que tinha por objetivo a derrubada do Governo Provisório de Getúlio Vargas e a promulgação de uma nova constituição para o Brasil.
Foi uma resposta paulista à Revolução de 1930, a qual acabou com a autonomia de que os estados gozavam durante a vigência da Constituição de 1891. A Revolução de 1930 impediu a posse do governador de São Paulo (na época se dizia "presidente") Júlio Prestes na presidência da República e derrubou do poder o presidente da república Washington Luís, que fora governador de São Paulo de 1920 a 1924, colocando fim à República Velha.
Atualmente, o dia 9 de julho, que marca o início da Revolução de 1932, é a data cívica mais importante do estado de São Paulo e feriado estadual. Os paulistas consideram a Revolução de 1932 como sendo o maior movimento cívico de sua história.
Foi a primeira grande revolta contra o governo de Getúlio Vargas e o último grande conflito armado ocorrido no Brasil.
No total, foram 87 dias de combates, (de 9 de julho a 4 de outubro de 1932 - sendo o último dois dias depois da rendição paulista), com um saldo oficial de 934 mortos, embora estimativas, não oficiais, reportem até 2200 mortos, sendo que numerosas cidades do interior do estado de São Paulo sofreram danos devido aos combates.
São Paulo, depois da revolução de 32, voltou a ser governado por paulistas, e, dois anos depois, uma nova constituição foi promulgada, a Constituição de 1934.
Fonte: pt.wikipedia.com
Formatação e pesquisa: Helio Rubiales

1 de jun. de 2013

Casamento gay cresce 78% nos cartórios de São Paulo



Três meses após a regulamentação do matrimônio homoafetivo , aprovada pela Corregedoria-Geral de Justiça do Estado de São Paulo, o número de casamentos entre pessoas do mesmo sexo aumentou 78% na cidade de São Paulo. O levantamento da Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado de São Paulo informa que foram realizados 171 casamentos desde que passou a vigorar a norma, que autoriza os cartórios a celebrarem os matrimônios, sem a necessidade de autorização judicial. No mês de março, quando ocorreu a regulamentação, foram realizados 41 matrimônios homoafetivos. Em abril, o número chegou a 57. Em maio foram 73 casamentos. Nos meses de janeiro e fevereiro, antes da norma, a média de uniões formais era 11 na cidade de São Paulo. Antes da regulamentação, o casamento entre homossexuais deveria ter autorização de um juiz de primeira instância. Caso o pedido fosse negado, o casal poderia recorrer à Segunda Instância do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo e ter seu pedido atendido. Na capital paulista, o cartório que mais realizou casamentos homoafetivos nos últimos três meses foi o 21° Subdistrito, localizado no bairro da Saúde, com 10 celebrações, seguido pelas unidades de Cerqueira César (9), Santa Cecília (8), Bela Vista (7), Tucuruvi (também 7), e Itaquera (6).
Fonte: http://igay.ig.com.br/2013-05-31/casamento-gay-cresce-78-nos-cartorios-de-sao-paulo.html

Gastos de casais gays devem movimentar cerca de R$ 6,9 bi em 2013


Os 67 mil casais que se declararam gays no último Censo do IBGE devem movimentar neste ano R$ 6,9 bilhões --metade dos R$ 13,9 bilhões gastos em 2012 pelos 5,8 milhões de turistas estrangeiros que visitaram o Brasil. São consumidores que fazem parte de um mercado quase inexplorado no Brasil, cuja principal marca é a Parada Gay de São Paulo, evento que acontece amanhã. Ex-produtor cobra dívida de R$ 130 mil da Parada Gay de SP Em sua 17ª edição, a previsão dos organizadores da parada é reunir ao menos 1,5 milhão de pessoas na cidade. Pela primeira vez, o montante que passa pelo bolso desse grupo foi mensurado. Isso porque foi só no levantamento demográfico de 2010 que o IBGE perguntou, pela primeira vez, a opção sexual dos casais entrevistados. Para chegar aos R$ 6,9 bilhões, o instituto Data Popular, responsável pelo cálculo, considerou a renda do trabalho (formal e informal) e a de benefícios sociais (aposentadoria, pensões) recebidos por esse casais gays. Os valores foram corrigidos e deflacionados para maio pelo IPCA. Em 55% dos lares dos 67 mil casais homossexuais, a responsabilidade do domicílio é compartilhada --os dois contribuem para arcar com os gastos. Esse percentual é menor (39%) nos lares dos 37,6 milhões de casais heterossexuais, segundo o IBGE. "Os casais homossexuais são mais escolarizados, ocupam empregos melhores e, por essa razão, têm renda mais elevada. Como a maior parte é de casais sem filhos, concentram menos gastos em itens básicos e têm renda disponível para os mais sofisticados", diz Renato Meirelles, presidente do Data Popular. Cinco em cada dez casais estão na classe alta --aquela cuja renda familiar per capita é acima de R$ 1.019 por pessoa, de acordo com o critério definido pelo governo. Publicitários e especialistas em consumo consideram que esse mercado está longe de ser explorado. "Consultamos 40 empresas para pedir patrocínio para a parada e eventos paralelos, mas só Petrobras e Caixa toparam", diz o advogado Fernando Quaresma, presidente da associação da parada. A fabricante de preservativos Olla aderiu ontem, segundo os organizadores. Do caixa das empresas vieram R$ 450 mil, além de R$ 1,5 milhão da prefeitura para a infraestrutura. Para o professor Mário Schweriner, coordenador do núcleo de ciências do consumo da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing), poucas empresas de poucos setores têm ações consideradas pontuais nesse mercado. Entre elas, cita empreendimentos lançados pela Tecnisa há cerca de três anos. "Turismo, cosméticos e moda podemos citar como os que mais avançam. Mas a questão ainda é sair do discurso para a prática", diz. Para Meirelles, do Data Popular, é forte ainda o preconceito em relação a vincular uma marca a esse público. "As empresas pensam se devem optar pela diversidade ou se ficam com os outros consumidores. E o desafio nem é esse: é ser democrático", afirma Meirelles.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2013/06/1288155-gastos-de-casais-gays-devem-movimentar-cerca-de-r-69-bi-em-2013.shtml

10 de jul. de 2012

Revolução de 1932


Revolução de 1932


Revolução Constitucionalista de 1932 (9/7/1932 – 2/10/1932)


Os motivos que iniciaram o movimento datam de dois anos anos, quando a Revolução de 1930 depôs o presidente Washington Luís e impediu a posse do paulista Júlio Prestes. A entrada do gaúcho Getúlio Vargas à presidência, pôs um fim na chamada política do café com leite e desagradou as elites paulistas, representadas pelo Partido Republicano Paulista, o PRP, que viram não só o poder sobre a política brasileira ser perdido, como presenciaram também o então estado mais rico da federação ser submetido a um situação de submissão.
Uma das primeiras medidas do governo federal ao assumir foi dissolver congresso e os poderes estaduais. Enquanto outros estados ganharam interventores nascidos neles, São Paulo teve que se contentar com militares de outros locais, já que o Partido Democrata, que era a favor da revolução de 30, não conseguiu indicar ninguém para o cargo. Além disso, viram o major Miguel Costa, expulso da Polícia Militar por tentar derrubar o governo em 1924, assumir o comando da corporação.
As pressões sobre Getúlio Vargas começaram. As forças políticas e econômicas de São Paulo exigiam uma nova Assembleia Constituinte, novas eleições e o fim do governo provisório.
Em dois anos passaram pelo governo do estado quatro interventores federais. Nenhum deles conseguiu manter o controle.  As intervenções da ditadura varguista eram constantes e desagradavam cada vez mais a oposição em São Paulo.
Em 1932 a capital era um barril de pólvora. A maioria da população era a favor das exigências das elites. Havia ainda um grupo de tenentes do clube 3 de outubro que eram a favor do golpe de Getúlio e contra as reformas exigidas. Grandes comícios começaram a acontecer na capital paulista.
Vargas tentou acalmar a situação apresentando um novo código eleitoral e marcando eleições para 1933. Além disso, nomeou o paulista Pedro Toledo como interventor.
No dia 23 de maio um comício de estudantes da Faculdade São Francisco, que protestavam contra a intervenção de Osvaldo Aranha (representante da ditadura) no governo de Pedro Toledo, tentou invadir o clube 3 de outubro, onde se concentrava os membros da Liga Revolucionária que apoiava a ditadura. O grupo foi recebido a balas. Cinco jovens morreram no confronto: Mário Martins de Almeida, Euclides Bueno Miragaia, Dráusio Marcondes de Sousa e Antônio Américo Camargo de Andrade e Orlando de Oliveira Alvarenga (incluído depois na lista). As inicias de seus nomes - MMDC - foi o nome escolhido pelo movimento de oposição à ditadura, que começava a planejar a luta armada.
O MMDC ganhou apoio do povo paulista e de seus principais partidos, o PRP, e o Partido Democrata. Em 9 de julho as forças paulistas lideradas pelo General Isidoro Dias Lopes tomaram o estado e iniciaram a marcha para o Rio de Janeiro. Acreditava-se que Minas Gerais, Mato Grosso e Rio Grande do Sul ajudariam enviando forças para retirar Getúlio Vargas do poder.
Não aconteceu. Houve movimentos isolados no Rio Grande e no Mato Grosso facilmente destruídos. Em pouco tempo São Paulo, que planejava uma ofensiva rápida contra a capital, se viu cercado por mais de 100 mil tropas federais.
Se os outros estados não vieram ajudar, o mesmo não se pode dizer do povo paulista, que mesmo diante de um movimento articulado pelas elites do estado, se mobilizou para ajudar seus exércitos. Houve mais de 200 mil voluntários, sendo 60 mil combatentes. Mas houve outras dificuldades.
Praticamente sitiado, São Paulo se viu sem alternativa para conseguir armamentos. Passou a arrecadar ouro doado por seus moradores e tentou comprar armas dos Estados Unidos, mas o navio foi interceptado pela Marinha.
Com tantos problemas, a revolução foi derrotada. Em 2 de outubro, na cidade de Cruzeiro, as forças paulistas se entregam ao líder da ofensiva federal. Apesar de ter sido derrotado no campo de batalha, politicamente o movimento atingiu seus objetivos. A luta pela constituição foi fortalecida, e em 1933 as eleições foram realizadas colocando o civil Armando Sales como governador do estado.


Fonte: Acervo O Estado de S~]ao Paulo

22 de mai. de 2012

Orelhões da Paulista transformados em arte

Os velhos orelhões da Avenida Paulista foram transformados em obras de arte. O que aparece na foto, no calçadão do Parque Trianon parece o mais extravagante, com catavento, bicicleta, fone de ouvido e sapatinhos



Foto: Helio Rubiales 

25 de dez. de 2011

Decoração de Natal da Avenida Paulista/ 2011

Av.Paulista no sentido Consolação/Paraiso

 Conjunto Nacional à direita
 Decoração do Conjunto Nacional
 Palco central cruzando a avenida

 Nesse palco será feito o show da virada

Decoração sobre o palco


Banco Personalite


 Bradesco

Fotos: vsrubiales

5 de dez. de 2011

Decoração de Natal do Bradesco - Avenida Paulista

Uma das mais bonitas decorações natalina da avenida Paulista é a do Bradesco, quase ao lado do MASP, em frente ao Parque  Trianon.  O tema trata de uma floresta encantada com os seus troncos e folhagens emaranhadas onde sobressaem-se duendes, cogumelos e pacotes de presentes. A noite, com a iluminação, a magia toma conta da decoração. 

Visto do outro lado da avenida






Visto a noite

A pífia decoração das luminárias centrais da Avenida Paulista


A mais paulista das avenidas, recebeu de presente para comemorar este Natal, duas simplórias guirlandas nas luminárias centrais. Como não poderia deixar de faltar, na parte central da guirlanda, de um lado o logotipo do Banco do Brasil e do outro o brasão da Prefeitura de São Paulo.

25 de abr. de 2011

Dá para acreditar, essa cena em São Paulo|?



Imagem foi feita por volta das 11h40 desta segunda-feira (25).
Carro passava na rua Heitor Penteado, perto do metrô Vila Madalena.

Andreia Ferreira ChiuratoInternauta, São Paulo, SP
Excesso de carga em SP (Foto: Andreia Ferreira Chiurato/VC no G1)Por volta das 11h40 desta segunda-feira (25), carro quase tombando por carregar carga irregular altíssima na rua Heitor Penteado, perto do metrô Vila Madalena. A viatura da CET passou do lado e não fez nada (Foto: Andreia Ferreira Chiurato/VC no G1)

24 de jan. de 2011

Marcos da história de São Paulo - 457 anos



Saiba quais personagens, obras de arte, eventos culturais e outros acontecimentos foram importantes para a cidade

Por Redação VEJA SÃO PAULO | 26.01.2011

Abre capa 2201
Personalidades marcantes: Cacilda Becker, Paulo Autran, Elis Regina, Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá
por Geraldo Guimarães/Mario Llaguno/Divulgação/Carol Guedes/FolhaImagem
Ouvimos 78 especialistas para eleger os personagens que influenciaram e retrataram, cada um à sua maneira, a alma da cidade. Na escolha não entraram pessoas vivas. O júri também apontou obras de arte, eventos culturais e acontecimentos que chacoalharam nossa fervilhante metrópole de 457 anos, a ser comemorados nesta terça — além de fatos tristes que deixaram cicatrizes na memória paulistana.
+

  • “São Paulo é uma Suíça cercada de Biafras. O desafio é transformar as Biafras em Suíças.” A frase, que compara regiões da capital com a província da Nigéria castigada por uma guerra civil nos anos 60, era repetida por Olavo Egydio Setubal para resumir a tarefa de governar a maior cidade do país. Mais conhecido por ter comprado um inexpressivo banco de nome Itaú — e tê-lo transformado em uma das maiores instituições financeiras privadas do Brasil —, ele foi prefeito nomeado de São Paulo entre 1975 e... » Leia mais

  • Ela não nasceu aqui. Também não foi nas nossas rádios que deu os primeiros passos, muito menos a sua adoração se restringiu ao público paulistano. Entre as personalidades ouvidas nesta enquete, porém, a voz mais citada foi a da intensa cantora gaúcha Elis Regina (1945-1982). “Elis nunca foi de exaltar São Paulo em seu repertório, mas se identificou totalmente com a cidade desde que veio para cá, ainda jovem”, afirma Lauro Lisboa Garcia, repórter e crítico musical do jornal "O Estado de S. Paulo". Nascida numa família pobre... » Leia mais

  • O uniforme do São Paulo Futebol Clube ostenta três estrelas vermelhas, referências aos títulos mundiais de 1992, 1993 e 2005. Traz ainda duas estrelas douradas. Ao contrário do que imaginam muitos são-paulinos, elas não fazem alusão ao futebol. São uma homenagem aos recordes mundiais no salto triplo do paulistano Adhemar Ferreira da Silva (1927-2001), obtidos em 1952 e 1955. “Não tivemos um jogador de futebol em São Paulo com a expressão dele”, diz o jornalista e pesquisador Celso Unzelte. Adhemar foi o primeiro brasileiro a alcançar duas medalhas... » Leia mais

  • No primeiro minuto de 25 de janeiro de 1954, badaladas de sinos de igrejas começaram a ecoar pela cidade. Logo, juntaram-se a elas as sirenes das fábricas. O som anunciava o início das comemorações do quarto centenário de São Paulo. No mesmo dia, milhares de pessoas tomaram as ruas do centro para festejar e assistir à inauguração da Catedral da Sé (ainda inacabada após quatro décadas de obras). “Foi o ano da vanglória e do ufanismo paulistano”, diz o jornalista, escritor e articulista de VEJA Roberto Pompeu de... » Leia mais

  •  Confira abaixo 27 dias especiais na história de São Paulo:  + Veja mais personagens marcantes da cidade       » Leia mais

  • Realizado em 1964 pelo cineasta Luiz Sérgio Person (1936-1976), “São Paulo Sociedade Anônima” virou um clássico no decorrer das décadas seguintes, sobretudo por ser uma pioneira radiografia da cidade. Em magnífico preto e branco, o filme traz o drama de Carlos (papel do então estreante Walmor Chagas), ambicioso homem da metrópole que, de empregado, se torna sócio numa fábrica de autopeças. Ambientada entre 1957 e 1961, a fita faz uma afiada análise da industrialização e de como ela se reflete na vida dos paulistanos. “Além de ainda esteticamente... » Leia mais

  • Cacilda Becker (1921-1969) não era bonita. Tinha um nariz grande, traços marcados e um sotaque esquisito que misturava o dos antepassados alemães e italianos com o do interior paulista de sua cidade natal, Pirassununga. Se o tipo físico não contribuiu para eternizar sua imagem — participou só de dois filmes e não teve tempo de ser tentada pelas novelas da TV —, foi o maior aliado para torná-la atriz de qualquer papel. Ela interpretou um menino em Pega Fogo (1950), cinco anos depois a rainha de “Maria Stuart”... » Leia mais

  • Em quase seis décadas e noventa peças, o ator Paulo Autran (1922-2007) construiu uma trajetória que serve de exemplo a cada artista brasileiro. Com o mesmo empenho dos que ajudaram a erguer São Paulo, esse carioca radicado aqui desde a infância solidificou uma carreira que transformou as feições do nosso teatro. “Era um ator de ofício, que se cobrava a responsabilidade de estar em cartaz, um comportamento que hoje só se aproxima do de Antonio Fagundes e Irene Ravache”, afirma o diretor Eduardo Tolentino de Araújo. Autran abandonou... » Leia mais

  • Não foram poucos os crimes envolvendo figuras paulistanas ou acontecidos aqui que sacudiram o noticiário policial nas últimas décadas. Nos anos 60, o pesadelo atendia pelo nome de Chico Picadinho, alcunha de Francisco Costa Rocha, assassino e esquartejador de duas mulheres. A década seguinte foi marcada pelo Bandido da Luz Vermelha, que cortava a energia da casa de suas vítimas e irrompia no escuro com uma lanterna cor de sangue. Ele matou quatro pessoas e foi responsabilizado por mais de 100 roubos. Na virada do século XX, a... » Leia mais

  • Aos olhos de quem estava de fora, parecia roteiro de um conto de fadas, mas para os familiares se tratava de uma sinopse de filme sem final feliz. Em 1961, Maria Pia Matarazzo, atualmente com 68 anos, filha caçula de Francisco Matarazzo Jr. (1900-1977), casou-se com o engenheiro Roberto Lee (1934-1975), então com 26. Realizada na esplendorosa mansão dos Matarazzo na Avenida Paulista, a cerimônia teve mais de 1.000 convidados, que beberam champanhe ao som de uma orquestra. “Usei fraque pela primeira e única vez na vida”,...» Leia mais

  • Apaixonados por artes plásticas, cultos e refinados, Yolanda Penteado (1903-1983) e Francisco Matarazzo Sobrinho, o Ciccillo (1898-1977), ajudaram a transformar São Paulo na capital cultural da América Latina. Locomotivas da vida artística paulistana, eles reuniram em 1948 obras de seu acervo particular — com assinaturas de Alfredo Volpi, Di Cavalcanti e Marc Chagall, entre outros — para fundar o Museu de Arte Moderna de São Paulo, sediado na então badalada Rua Sete de Abril, no centro. Três anos depois, fizeram a primeira edição da Bienal de Artes de... » Leia mais

  • A cena retratada na foto é uma das responsáveis por fazer do pintor Flávio de Carvalho uma figura polêmica da história de São Paulo. Em 1956, ele caminhou pela então elegante e badalada Rua Barão de Itapetininga trajado de saia, meia-calça e blusa feminina. O que o público interpretou como um vexame foi chamado pelo artista de Experiência nº 3. “Se as pessoas têm preconceito hoje, imagine naquela época”, diz o apresentador de televisão Amaury Jr. Pois é, o termo “happening” ainda nem existia e Flávio já o... » Leia mais

  • Primeiro, houve um clarão e o barulho de um choque. Em seguida, o fogo, que chegou à temperatura de 1000 graus. As imagens transmitidas pelos noticiários só permitiam ver um pedaço da cauda de um avião da TAM. No dia 17 de julho de 2007, uma terça-feira, às 18h48, o Airbus A320, que vinha de Porto Alegre, não conseguiu pousar na pista do Aeroporto de Congonhas. Sobrevoou a Avenida Washington Luís e explodiu num prédio de carga da própria empresa aérea. Morreram 199 pessoas no voo 3054. Foi... » Leia mais

  • Nascida em Capivari, no interior do estado, Tarsila do Amaral (1886-1973) cumpriu um papel fundamental na linha do tempo da arte brasileira. A boa posição financeira herdada da família permitiu a ela viajar para a Europa várias vezes para estudar. Em uma dessas viagens, em 1923, ao lado do namorado Oswald de Andrade, travou contato com a vanguarda em uma Paris efervescente. A influência marcou sua produção. “Operários”, a obra mais votada pelos especialistas ouvidos por VEJA SÃO PAULO, foi pintada somente em 1933 (pertence hoje ao acervo... » Leia mais

  • “Eu insulto o burguês! / O burguês-níquel, o burguês-burguês! / A digestão benfeita de São Paulo.” Os famosos versos de “Ode ao Burguês” integram o livro “Pauliceia Desvairada”, lançado pelo escritor Mário de Andrade (1893-1945) em 1922. Por sua relação visceral com a metrópole, as obras de Mário de Andrade foram as mais citadas pelos especialistas em literatura consultados por VEJA SÃO PAULO. “Na obra, a cidade não aparece como cenário, mas como protagonista”, afirma o professor Samuel Titan Jr., coordenador executivo do Instituto Moreira Salles. “Mário mostra... » Leia mais

  • Em 1968, um anti-herói bem paulistano surpreendeu o público das telenovelas, até então acostumado com mocinhos de bom coração. Protagonizada pelo ator Luiz Gustavo, “Beto Rockfeller”, escrita por Bráulio Pedroso para a extinta TV Tupi, trazia um pobretão que trabalhava em uma loja da Rua Teodoro Sampaio, em Pinheiros, e se passava por bacana para circular entre os grã-finos da Rua Augusta. “Apesar da temática, pelas dificuldades de gravar cenas externas na época, 'Beto Rockfeller' só mostrava dois ou três lugares, e a cidade ficou meio escondida”, lembra... » Leia mais

  • Entoados com toda a força por Aldo Bueno, os 24 versos do samba-enredo “Orun Aiyê — O Eterno Amanhecer" consagraram a Vai-Vai como campeã do Carnaval de 1982. Durante sessenta minutos, a música acelerou os foliões vestidos com figurinos nas cores oficiais da escola, o preto e o branco, e fez tremer as arquibancadas armadas na Avenida Tiradentes, no centro. Na letra, escrita por Osvaldinho da Cuíca e Serginho Raro, são exaltados elementos da cultura afro-brasileira, principalmente do candomblé. Orun seria o espaço sagrado onde vivem os orixás,... » Leia mais

HORA MUNDIAL (Clique sobre o país ou região)

SEGUIDORES